Home » Laboratórios Media

Laboratórios Media

Apresentação

O Laboratório de Televisão da UFP funciona como um centro de produção de vídeo para apoio às atividades da Universidade. Neste laboratório, os alunos da licenciatura em Ciências da Comunicação recebem formação no ambiente e com os meios de uma estação de televisão.

Para o seu funcionamento o Laboratório de Televisão está equipado com uma régie e um estúdio plenamente apetrechado, com capacidade para cenário virtual. Dispõe, ainda, de quatro unidades de pós-produção digital e equipamentos de reportagem. Estes meios, todos com características profissionais, permitem a produção e realização de qualquer tipo de programa. De forma inovadora, acompanhando as tendências da indústria, este laboratório está equipado com um servidor central de vídeo a partir do qual é feita a gestão, edição e emissão de conteúdos vídeo. Há, também, uma aposta muito grande na transmissão do material produzido através de “live streaming”, ou seja, televisão através da internet, permitindo uma maior visibilidade aos trabalhos dos alunos.

Atividade pedagógica, produção e difusão de conteúdos:

No âmbito da sua atividade curricular os alunos da licenciatura em Ciências da Comunicação produzem diversos conteúdos e recebem formação específica:

  • Formação prática, nas diversas vertentes do trabalho de um jornalista de televisão.
  • Produção, realização e  apresentação de noticiários e entrevistas em estúdio.
  • Reportagens de atualidade.

Como complemento à sua formação e, de forma voluntária, todos os alunos da UFP podem frequentar  a “oficina de televisão”. Nesta oficina, de acesso gratuito, a UFP oferece aos seus alunos mais vocacionados para a área de televisão, a hipótese de, durante todo o seu percurso académico, desenvolverem os seus conhecimentos e produzirem os seus próprios conteúdos, de forma livre e aberta, mas sempre orientada.

Uma vez que televisão e jornalismo não existem sem público, todos os  conteúdos produzidos são transmitidos, em direto, através do circuito interno de televisão da UFP e em “live streaming” na página da Universidade.

A Fotografia preenche uma função bem determinada e tem características próprias. O impacto é elemento fundamental. A informação é imprescindível. É na fotografia de imprensa, um braço da fotografia documental, que se dá um grande papel da fotografia de informação. É no fotojornalismo que a fotografia pode exibir toda a sua capacidade de transmitir informações. E essas informações podem ser passadas, com beleza, pelo simples enquadramento que o fotógrafo tem a possibilidade de fazer. Nada acontece hoje nas comunicações impressas sem o endosso da fotografia. Existem, basicamente, quatro géneros de fotografia jornalística:

  • As fotografias sociais: Nessa categoria estão incluídas a fotografia política, de economia e negócios e as fotografias de fatos gerais dos acontecimentos da cidade, do estado e do país, incluindo a fotografia de tragédia.
  • As fotografias de desporto: Nessa categoria, a quantidade de informações é o mais importante e o que influi na sua publicação.
  • As fotografias culturais: Esse tipo de fotografia, tem como função chamar a atenção para a notícia antes de ela ser lida e nisso a fotografia é única. Neste item podemos colocar um grande segundo grupo, o desporto, pois no fotojornalismo o que mais vende após a polícia é o desporto
  • As fotografias policiais: muitos, quase todos os jornais exploram do sensacionalismo para mostrar acidentes com morte, marginais em flagrante, para vender mais jornais e fazer uma média com os assinantes. Pode-se dizer que há uma rivalidade entre os jornais para ver qual aquele que mostra a cena mais chocante num assalto, morte, acidente de grande vulto.

A fotografia nos meios de comunicação social, principalmente em impressos (jornais, revistas e folhetos) é o mais importante, sem uma imagem o material fica pobre.

Visão periférica
Com o passar dos tempos os repórteres-fotográficos desenvolvem o que podemos chamar de visão periférica, uma graduação maior de visão. Os graus de visão do repórter aumentam por ter que cuidar à distância e próximo, exemplo claro disso é o futebol, onde ambos extremos são utilizados.

Fotojornalismo independente
A ideia do fotojornalismo independente surgiu na França após a II Guerra Mundial. Formou-se agência de fotógrafos com um mesmo objectivo: ter liberdade de pauta, discutir os trabalhos realizados, se aprofundar nas reportagens e sobretudo lutar pelos direitos autorais e a posse dos negativos originais. A Agência Cooperativa Magnum, fundada em 1947 em Paris, por quatro fotógrafos: Henri Cartier-Bresson, Robert Capa, David Seymour e George Rodger, foi a pioneira. O movimento de reconstrução da Europa e o progresso tecnológico exigido pela destruição da guerra proporcionaram a criação de uma forma nova de fazer e comercializar a fotografia e discutir sua função. Paris, pela sua importância geográfica e ideológica, facilitava isso. A criação dessa nova forma de agenciar imagens viria modificar toda a história do fotojornalismo no mundo.

O Laboratório de Imprensa e Hipermédia da Universidade Fernando Pessoa tem como função dar apoio aos alunos da Licenciatura em Ciências da Comunicação, nas áreas designadas. Assim, criando uma concordância entre os diferentes objectivos lectivos com os desta Instituição de Ensino Superior (fazer diferente para fazer melhor), os alunos experimentam a sua criatividade na aprendizagem necessária ao mercado de trabalho.

UFP TV
O Laboratório de Televisão funciona como um centro de produção de vídeo para apoio às actividades da Universidade.
Ver streamingVer Galeria de Vídeos
Secretaria Virtual
E-Learning
UFP-Universidade Virtual
Biblioteca
As Bibliotecas da UFP têm como missão permitir o acesso aos recursos informativos necessários ao desempenho das funções de ensino, investigação e aprendizagem, bem como conservar e preservar as suas colecções.
Ver streaming
Webmail
Acesso ao Webmail da Universidade Fernando Pessoa.
A UFP utiliza a plataforma/serviços gmail para fornecimento de serviços de correio electrónico.
Aceder ao webmail