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UFP - Nova et Nove

Manual de Estilo de Elaboração de Monografia

1 Introdução

Para conclusão do curso, os alunos devem elaborar uma Monografia que deverá observar as regras próprias constantes deste documento.

A Monografia destina-se a aprofundar o aluno nos métodos e técnicas de investigação científica, bem como a desenvolver os conhecimentos teóricos e práticos relacionados com a problemática a estudar. Pretende-se que a Monografia seja o culminar do processo de formação do aluno.

Uma Monografia é, antes de tudo, um documento científico. Corresponde, nas licenciaturas da U.F.P., a uma disciplina final demonstrativa de conhecimentos adquiridos e capacidades desenvolvidas. A Monografia deve descrever trabalho individual e original desenvolvido pelo aluno.

Para apoio à elaboração da Monografia poderão ser leccionados Seminários de Orientação Metodológica de frequência obrigatória ou disciplinas monográficas. A aprovação a estes seminários traduz-se na informação apto, constituindo condição necessária para a entrega da mesma, mas sem, contudo, influir na sua nota final. Os alunos que obtiverem uma informação de não apto, terão de proceder a nova inscrição e frequência do(a) mesmo(a).

A entrega da Monografia deverá ser acompanhada da informação apto (ao Seminário de Orientação Metodológica ou disciplina monográfica), para que o aluno possa prosseguir para defesa da mesma.

Poderá, excepcionalmente, e sempre que as condições o justifiquem, ser autorizada pelo Director de Departamento a nomeação de um orientador individual da Monografia. Mantém-se no entanto a obrigatoriedade de frequência do Seminário de Orientação Metodológica ou da disciplina monográfica conforme os casos.

O número de alunos em monografia, por disciplina monográfica, não deverá ser inferior a 5.

2 Elaboração da Monografia

2.1 Introdução

O presente Manual de Estilo visa a homogeneização metodológica dos trabalhos monográficos desenvolvidos no conjunto das licenciaturas existentes na Universidade Fernando Pessoa (U.F.P.).

2.2 Forma de Apresentação

A Monografia é encadernada em capa própria da U.F.P. a adquirir na Reprografia, não sendo aceites monografias com outro tipo de encadernação.
As capas têm dizeres e cores próprias do Departamento a que respeita a Monografia.

2.3 Formatação

A Monografia deverá ser apresentada em formato A4, utilizando a fonte gráfica Times New Roman, com medida de corpo de letra tamanho 12 pontos.
Os textos deverão adoptar a configuração gráfica de "justificado". O espaço entre linhas deve ser de 18 pontos (uma linha e meia). O espaço entre parágrafos deve ser de 24 pontos (linha dupla).
As margens, em relação aos limites exteriores da folha, deverão distanciar-se das partes superior e inferior do texto em 2,5 cm., da direita em 2,0 cm., e da esquerda em 3,0 cm.
A numeração de páginas, com fonte Times New Roman a 10 (dez) pontos de tamanho, deve ser centrada na margem inferior, a uma distância de 1,4 cm. do corpo do texto.
O título do trabalho, com fonte Times New Roman a 10 (dez) pontos de tamanho - de forma integral ou abreviada - deve constar na parte superior e ao centro da folha.

2.4 Conteúdos e Exposição

Os trabalhos deverão ter um limite mínimo de 20000 (vinte mil) e um máximo de 25000 (vinte e cinco mil) palavras, excluindo-se, para a contagem, figuras, mapas, apêndices e anexos. Não deve, contudo, o conjunto da exposição monográfica situar-se abaixo das 50 páginas ou ultrapassar as 80.
Na capa de apresentação constará, em primeiro lugar, o nome do aluno, após o qual aparecerão o título da Monografia, o nome da Instituição, acrescido de lugar e ano de efectivação.
Seguir-se-á uma folha em branco e outra que deverá ufpetir o constante na capa inicial.
Numa quarta folha, estarão incluídos o nome do autor, o título do trabalho, a assinatura do aluno atestando a originalidade do trabalho, e no canto inferior direito o seguinte: "Monografia apresentada à Universidade Fernando Pessoa como parte dos requisitos para obtenção do grau de licenciado(a) em …" [seguido da designação da licenciatura].
Na folha seguinte apresentar-se-á um sumário da Monografia que incidirá sobre os principais aspectos tratados ao longo da mesma e os resultados obtidos (contribuição da Monografia).
Em seguida, e de forma não obrigatória, poderá existir uma folha de dedicatórias, seguida de outra com os possíveis agradecimentos.
O índice deverá estar colocado logo a seguir à dedicatória e agradecimentos, ou ao sumário quando estes não existam. O índice de tabelas e de figuras, se existirem, aparecerão nas páginas seguintes.

2.5 Folhas de Descrição Textual

O texto será constituído por três partes distintas: "Introdução", "Desenvolvimento" e "Conclusão" (podendo estas possuírem outras designações). Constando igualmente estes elementos no índice, acresce a indicação da "Bibliografia", dos "Apêndices" e dos "Anexos". Cada uma das partes acima referidas deve obedecer a uma separação nítida no índice e no texto.
As "Figuras" e "Tabelas" deverão possuir índices próprios, logo depois do índice principal e pela mesma ordem.
Sempre que os anexos se apresentem demasiadamente extensos, será preferível a sua apresentação em volumes próprios. De igual modo, os mapas e as figuras, quando não directamente relevantes para a compreensão da exposição, e constantes em número demasiado elevado, deverão, de acordo com a harmonia textual, ser colocados em anexos, devidamente classificados e numerados.
Na parte de "Desenvolvimento", proceder-se-á à divisão em capítulos (através de numeração romana) e sub-capítulos (em numeração árabe).
Excepto no caso da dedicatória e agradecimentos ou na eventualidade de se expôr dados qualitativos (partes de entrevistas, etc.), ou ainda no uso de uma estratégia metodológica própria explicitamente enunciada, só é permitido o uso de linguagem impessoal.
Ficam salvaguardadas as especificidades e diversidades dos diferentes cursos ministrados na U.F.P., na medida em que particularidades próprias, do domínio do conhecimento, poderão originar alguns critérios específicos junto dos trabalhos apresentados, designadamente ao nível dos grafismos e de outras fontes de exposição que não as documentais.

2.6 Conteúdo e Desenvolvimento

No que respeita ao desenvolvimento da Monografia, a "Introdução" deverá conter resumidamente os seguintes elementos:

  • o objecto do trabalho (o tema);
  • as motivações do autor, pessoais e académicas (justificação do tema);
  • os objectivos do trabalho (perguntas a responder ou hipóteses a testar);
  • o(s) método(s) e a(s) técnica(s) utilizados (os tipos de pesquisa e os respectivos instrumentos);
  • os limites temporais e/ou espaciais (as restrições da pesquisa); e
  • o que se alcançou com a Monografia (os resultados do trabalho).
No "Desenvolvimento", a par do restante trabalho expositivo, deverá:
  • fazer-se uma adequada revisão bibliográfica com as teorias atinentes ao tema e objecto a tratar, procedendo-se à: explicitação do(s) objecto(s) e da(s) problemática(s) utilizados; verificação dos diversos sub-temas oriundos do tema geral; exposição de conceitos, e a eventual operacionalização dos mesmos (caracterização do tema principal);
  • desenvolver-se, sucintamente, as explicitações metodológicas e técnicas anteriormente enunciadas (métodos utilizados), e referir-se os trabalhos de campo, inquéritos efectuados, ou outras formas de pesquisa que possam ter sido levadas a cabo (explicação de como o trabalho foi elaborado).
Na "Conclusão", os autores deverão:
  • ser sucintos, retomando os principais pontos explicitados nas fases da "Introdução" e do "Desenvolvimento";
  • abster-se de formular ideias não concordantes com a restante temática desenvolvida, usar citações, expôr autores não abordados, ou incluir novos dados;
  • reencontrar as linhas mestras que foram anteriormente traçadas, designadamente para se saber se o objectivo do trabalho foi realmente alcançado.

A bibliografia estará alfabeticamente ordenada.

2.7 Bibliografia

A bibliografia deve ser apresentada segundo o Método de Harvard de citar e referenciar. Em áreas de estudo onde, pela especificidade da documentação a referenciar, este método seja de difícil aplicação, poderá ser usada a Norma Portuguesa (homologada pelo Diário da República, III Série, nº 128 de 03/06/1994). No que respeita à aplicação do Método de Harvard, deve ser seguida a seguinte estrutura geral para obras monográficas: Sobrenome, N. [Nome] (Ano). Título da Obra [em itálico]. Lugar de Publicação, Nome da Editora.

Exemplo:
Aaker, D. (1984). Developing Business Strategy. Nova York, John Wiley & Sons.
Ansoff, I. e McDonnell, E. (1990). Implanting Strategic Management. Londres, Prentice Hall International.
Smith, M., Thorpe, R. e Lowe, A. (1991). Management Research: An Introduction. Londres, Sage Publications.

No caso de capítulos inseridos em obras, estes deverão ser assinalados com o(s) nome(s) do(s) autor(es), título em letra normal, seguido designativo "In:" e do(s) editor(es) (autor) e do título da fonte original em itálico. Neste caso, será acrescentado, no final, o intervalo de páginas correspondentes ao capítulo:

Sobrenome, N. [Nome] (Ano). Título do Artigo. In: Sobrenome, N. [Nome] (Ed.). Título da Obra. [em itálico] Edição [quando existente]. Lugar de Publicação, Nome da Editora, p. x [ou, pp. x-xx].

Exemplo:
Axelrod, R. (1976). Decision for Neoimperialism: The Deliberations of the British Eastern Committee in 1918. In: Axelrod, R. (Ed.). The Structure of Decision: The Cognitive Maps of Political Elites. Princeton, NJ, Princeton University Press, pp. 23-55.

No caso de artigos inseridos em revistas, deverão ser assinalados com o título em letra normal, seguido do título da fonte original em itálico, volume, número da revista, e intervalo de páginas correspondentes ao artigo:

Sobrenome, N. [Nome] (Ano). Título do Artigo na Revista, Título da Revista [em itálico], Volume (Nºx / Trimestre / Mês etc.], p. x [ou, pp. x-xx].

Exemplo:
Aaker, D. A. (1983). Organizing a Strategic Information Scanning System. California Management Review, 25(2), pp. 76-83.

Nota: Os artigos sem nome de autores (ex. artigo de jornal ou relatórios de empresas), deverão estar alfabeticamente explicitados a partir do nome da organização ou fonte responsável pelos mesmos:

Exemplo:
Horwath Consulting. (1991). Portuguese Hotel Industry 1990. Lisboa, Horwath Consulting.

No caso de documentos disponíveis na internet deverão ser assinalados da seguinte forma:

Sobrenome, N. [Nome] (Ano). Título do documento. [Em linha]. Disponível em "<"endereço">" [Consultado em data].

Exemplo:
Schaum, D. (1996). Blind Signature Technology and Digital Privacy. [Em linha]. Disponível em http://www.digicash.com/publish/sciam.htm. [Consultado em 06/09/1999].

No caso de se referirem locais na internet, páginas principais, pessoais ou de instituições, deve-se utilizar o seguinte formato:

Exemplo:
The International PGP Home Page. [Em linha]. Disponível em http://www.pgpi.com/. [Consultado em 06/09/1999].

No caso de se referirem publicações em revistas digitais, deve-se utilizar o seguinte formato:

Exemplo:
Zack, M. (1999). Managing Codified Knowledge. Sloan Management Review, 40(4). [Em linha]. Disponível em http://mitsloan.mit.edu/smr/ past/1999/smr4044.html. [Consultado em 06/09/1999].

Se se pretender citar só a revista:

Exemplo:
Information Strategy. [Em linha]. Disponível em http://www.info-strategy.com/front.cgi. Mensal. [Consultado em 06/09/1999].

No caso de se referirem publicações em formato CD-ROM, deve utilizar-se o seguinte formato:

Exemplo:
Association for Computing Machinery (1997). 1997 Electronic Catalog. [CD-ROM]. New York, John Wiley & Sons, Inc. IBM PC e compatível, Macintosh.
 
International Business Machines (1997). An Introduction to JAVA Programming using VisualAge. [CD-ROM]. MindQ Publishing. IBM PC e compatível.

2.8 Como Citar e Referenciar

O âmago de todo o trabalho monográfico é produzido através da recolha da informação relevante e possível sobre um determinado assunto. Para isso, é necessário relacionar cientificamente tudo o que é exposto, através de uma correcta fundamentação dos dados implicados, designadamente, expondo citações e confrontando autores diversos.

Apenas as referências utilizadas no texto, e só estas, deverão constar na bibliografia final.

Apontamentos de aulas, conferências, etc., não têm admissibilidade científica, senão quando publicadas e devidamente referenciadas. Na eventual ausência de elementos comprovativos, os dados bibliográficos (ou outros) não deverão ser utilizados como parte integrante do trabalho. Deve-se evitar referenciar fontes cuja consulta seja difícil ou impossível, tais como comunicações pessoais, eventos sem actas, e documentos de circulação restrita ou temporária.

As fontes originais deverão ser referidas através da metodologia "autor-data" ou Sistema "Harvard", junto da citação ou do(s) autor(es) referenciado(s). Caso se trate de uma citação directa, ou da reconstrução pessoal e precisa de uma determinada parte do texto original, as indicações serão acrescidas das páginas consultadas (ver exemplos seguintes).

Exemplo 1:
O primeiro autor a abordar este tema foi Aguilar (1967), num estudo sobre as formas pelas quais os gestores obtêm informação relevante sobre os eventos que acontecem no ambiente geral (externo) da empresa.

Exemplo 2:
A investigação levada a cabo até hoje nesta área demonstra que a importância, que a análise estratégica externa tem para as empresas, pode ser inferida pela forma como as actividades de análise são integradas no processo de planeamento estratégico (Costa, 1997, p. 3).

As citações retiradas do texto original poderão ser de dois tipos: parafraseadas, ou directas. A citação directa consiste na transcrição fiel do texto do próprio autor, que, caso seja inferior a duas linhas de texto, aparecerá entre aspas no corpo do documento (exemplo 3). Caso a citação exceda as duas linhas de texto, será destacada e em letra de fonte menor (tamanho 10) conforme apresentado no Exemplo 4.

As citações, entre aspas, deverão possuir a sinalética "(...)" sempre que não se produza inteiramente um período ou um parágrafo (Exemplo 3).

Exemplo 3:
De facto, e conforme Costa (1997, p. 3) argumenta, "(…) à medida que as empresas crescem em tamanho e complexidade, as suas necessidades de planeamento estratégico formal aumentam."

Exemplo 4:

O conhecimento destes eventos permite aos gestores a identificação das principais tendências na sua área de negócios, podendo orientar as acções das suas empresas de forma consonante. Com base nos resultados deste estudo, Aguilar (1967, p.VII) definiu análise estratégica externa como:

A recolha e análise de informação sobre eventos no ambiente empresarial externo, cujo conhecimento assistirá os gestores na sua tarefa de programar e conduzir o futuro da empresa.


Quando se pretende citar um autor que foi inicialmente referido por outro - fonte indirecta - deverá utilizar-se os termos "cit. in".

Exemplo 5:
De acordo com Jain (cit. in Costa 1997), a eficácia do planeamento estratégico está directamente relacionada com a capacidade de análise estratégica externa.

Exemplo 6:
A eficácia do planeamento estratégico está directamente relacionada com a capacidade de análise estratégica externa (Jain cit. in Costa 1997).

As interpretações ou resumos do autor da Monografia no interior das citações deverão estar assinaladas através de parênteses rectos "[ ]".

Exemplo 7:
A eficácia do planeamento estratégico [como modo de desenvolvimento formal da estratégia] está directamente relacionada com a capacidade de análise estratégica externa (Jain, cit. in Costa 1997).

Nos casos de inclusão ou de referência textual de uma obra com três ou mais autores, no corpo do texto a referência aparecerá da seguinte forma: Smith et al. (1991), ou (Smith et al., 1991).

Exemplo 8:
Segundo Costa et al. (1997), para que se possam tomar decisões estratégicas informadas, é necessário que os gestores estejam bem documentados sobre o seu ambiente de negócios.
 
Para que se possam tomar decisões estratégicas informadas, é necessário que os gestores estejam bem documentados sobre o seu ambiente de negócios (Costa et al., 1997).

É cada vez mais frequente utilizar fontes de informação em forma digital ou na internet. Deve-se no entanto ter em conta que muitos desses documentos são temporários, e que o seu endereço muda frequentemente, pelo que se devem evitar se existirem alternativas. Deve-se ter em conta também que muita da informação na internet corresponde a publicações pessoais, isto é, não passam por um processo de revisão como as publicações escritas; a credibilidade a atribuir a essa informação deve ser pois devidamente avaliada. Note-se que muitas vezes não é necessário incluir as páginas citadas na bibliografia, podendo o endereço dessas páginas ser dado no próprio texto (ver exemplo 9).

Exemplo 9:
A Universidade Fernando Pessoa mantém um local de presença na internet (http://www.ufp.pt) onde se pode encontrar todo o tipo de informação útil.

2.9 Elementos Gerais de Estilo

As notas deverão constar em rodapé; estas são relativas a dados que não necessitem de ser expressos no próprio corpo do trabalho. O uso excessivo de notas de rodapé pode no entanto dificultar a leitura do documento, pelo que se recomenda uma avaliação cuidada da sua pertinência.

Deve-se também evitar a utilização de muitos estilos gráficos diferentes no documento, tais como itálico, negrito, aspas, ou palavras sublinhadas. É preferível adoptar um estilo coerente e uniforme, sem que tal prejudique a compreensão do texto.

É aconselhável a aprendizagem das características essenciais do processador de texto utilizado, o que facilita o processo de escrita da Monografia. Os erros mais comuns, e mais fáceis de evitar, são os seguintes:

  • utilização do sinal menos -, em vez dos traços - ou -. O comprimento dos três é diferente, e a sua utilização num texto obedece a regras precisas;
  • separação de duas palavras em duas linhas quando essas palavras deveriam ficar juntas na mesma linha. Sempre que se pretender manter unidas duas palavras, com um espaço entre elas, deve-se inserir um "espaço inseparável" (devem consultar o manual do processador de texto).

Um documento não se escreve de uma só vez. Aconselha-se que se comece por definir os títulos principais e os seus sub-títulos, e que se vá preenchendo cada uma das secções assim definidas. É aconselhável também que se dê a ler a outras pessoas, e se aceitem as suas sugestões para ir melhorando o texto.

Por fim, um documento nunca fica completo pelo que convém decidir quando parar e considerar a última versão a versão final.

2.10 Notas Finais

Aconselha-se, pela estrutura sintética do actual Manual de Estilo, a consulta de obras disponíveis na biblioteca da U.F.P., em que estes e outros aspectos textuais e metodológicos se encontram mais extensamente expostos.

Eventuais precisões ou adaptações poderão estar presentes em normas específicas de estágios e Monografias existentes ao nível dos diferentes cursos ministrados.

3 Critérios de Avaliação da Monografia

3.1 Avaliação Prévia

A avaliação prévia deve ser efectuada por todos os elementos do júri. De modo a que a avaliação possa ser efectuada com base em critérios uniformes, sugere-se a utilização da estrutura abaixo apresentada. Caso os membros do júri utilizem outra estrutura de avaliação, esta deve conter a justificação do parecer e ser disponibilizada ao Secretariado Interdepartamental.
  Estrutura de avaliação sugerida:

  • a ficha de identificação apresentada em 3.2;
  • a ficha de identificação apresentada em 3.3 e o parecer final consistindo em:
    • aceitar a versão avaliada sem modificações;
    • aceitar, com as modificações sugeridas;
    • recusar, com as recomendações para nova submissão.

O aluno receberá uma cópia das modificações ou recomendações sugeridas.

3.2 Ficha de Identificação

Título da Monografia:
Aluno:
Data de recepção:
Nome do(s) avaliador(es):
Data de avaliação:

3.3 Avaliação:Análise do Trabalho Escrito

1. Respeito das normas de edição
Não 1 2 3 4 5 Sim
Comentários:  


2. Qualidade gráfica do relatório escrito
Baixa 1 2 3 4 5 Elevada
Comentários:  


3. Clareza do relatório escrito
Baixa 1 2 3 4 5 Elevada
Comentários:  


4. Validade do tema
Baixa 1 2 3 4 5 Elevada
Comentários:  


5. Complexidade e qualidade da pesquisa bibliográfica
Baixa 1 2 3 4 5 Elevada
Comentários:  


6. Estrutura da Monografia
Nenhuma 1 2 3 4 5 Adequada
Comentários:  


7. Profundidade da análise e desenvolvimento do trabalho
Baixa 1 2 3 4 5 Elevada
Comentários:  


8. Originalidade
Pouco 1 2 3 4 5 Muito
Comentários:  


9. Metodologia científica
Nenhuma 1 2 3 4 5 Adequada
Comentários:  


10. Aplicação de conceitos apreendidos ao longo da licenciatura
Nenhuma 1 2 3 4 5 Adequada
Comentários:  


11. Interpretação dos resultados
Nulo 1 2 3 4 5 Adequada
Comentários:  


12. Relação das conclusões com o problema investigado
Baixa 1 2 3 4 5 Elevada
Comentários:  

3.4 Avaliação: Apresentação e Defesa do Trabalho

13. Clareza da apresentação
Nenhuma 1 2 3 4 5 Adequada
Comentários:  


14. Qualidade do material de apoio
Baixa 1 2 3 4 5 Elevada
Comentários:  


15. Relevância das respostas dadas
Nenhuma 1 2 3 4 5 Adequada
Comentários:  


16. Postura durante a apresentação
Não Profissional 1 2 3 4 5 Profissional
Comentários:  


Comentário final:  


3.5 Cálculo final da nota

O aluno deverá reformular obrigatoriamente a Monografia em qualquer um dos dois casos:

  • pelo menos um dos items da análise da prova escrita foi pontuado com 1 (um);
  • pelo menos seis items da análise da prova escrita foram pontuados com 2 (dois).

Se nenhum dos dois casos anteriores se verificar, a nota final do aluno é calculada da seguinte forma, resultando num valor entre 0 e 20 valores:

[ (soma dos parâmetros 1 a 12: "Análise do Trabalho Escrito") + 2 x (soma dos parâmetros 13 a 16: "Apresentação e Defesa do Trabalho") ] x 0,2 Notas


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Conteúdo da responsabilidade de Dra. Ana Paula Ferraz.
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