CONDIÇÕES DE CANDIDATURA

Regime Geral: Estudantes do ensino secundário Português

  1. Condições de ingresso:
    a) Ser titular de um curso de ensino secundário Português ou equivalente legal;
    b) Ter realizado, no ano em curso ou nos dois anos anteriores e com nota mínima de 95 valores (numa escala de 0 a 200), a prova de ingresso, ou o conjunto de provas (PDF), exigidas para o curso ao qual se candidata.
  2. Critérios de admissão:
    A candidatura pelo Regime Geral é baseada na Nota de Candidatura (por ordem decrescente de nota).
    2.1. A nota de candidatura é uma classificação na escala de 0 a 200 pontos (arredondada às décimas) e o candidato terá que ter nota igual ou superior a 100 pontos
    2.2. É calculada através da seguinte fórmula: classificação do ensino secundário × 0,65 + classificação da prova de ingresso exigida × 0,35
  3. Submissão da candidatura:
    3.1. Online
    , clicando no botão “EFETUAR CANDIDATURA” abaixo;
    3.2. Presencialmente, no Gabinete de Ingresso.

EFETUAR CANDIDATURA


Documentos necessários:

  • Documento de identificação da União Europeia | Cidadãos Extracomunitários: Visto de Estudante ou Cartão de Residência emitido pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras de Portugal;
  • Documento de identificação fiscal (para emissão de recibos);
  • Ficha de classificação dos exames nacionais do ensino secundário (Ficha ENES) do ano civil em que apresenta a candidatura*;
  • Boletim de Candidatura;
  • Pagamento da taxa de candidatura.

* No caso de candidatura online, o original ou a cópia autenticada deste documento terá que ser enviado/a pelo correio  para o Gabinete de Ingresso da UFP, dentro do prazo de candidatura.

  1. Cronograma:
    As datas para este regime de ingresso estão disponíveis e podem ser consultadas no Cronograma de Ingresso do Regime Geral 2020-21.

5. Matrícula:
Documentos necessários:

  • Fotografia (3 x 4 cm);
  • Comprovativo de satisfação de pré-requisitos (aplicável aos cursos em que são exigidos pré-requisitos);
  • Comprovativo de proficiência da língua portuguesa*;
  • Q54 – Boletim de matrícula (PDF);
  • Pagamento da matrícula e da propina.

* Aplicável aos candidatos de países cuja língua oficial não seja o português que sejam admitidos nos ciclos de estudos com estágios/práticas clínicas, nas Clínicas Pedagógicas da UFP, no Hospital-Escola da UFP ou em Unidades de Saúde externas (Análises Clínicas e Saúde Pública, Ciências da Nutrição, Ciências Farmacêuticas, Enfermagem, Fisioterapia, Medicina Dentária, Terapêutica da Fala).
NOTA:
1. Estudantes que não entreguem esse comprovativo no ato da matrícula serão obrigatoriamente inscritos para frequência do curso de “Português para Estrangeiros”.
1.1. A duração do curso é de dois anos letivos, sendo a aprovação necessária para poderem prosseguir para a formação clínica.
1.2. Alunos que não obtenham aprovação ao curso no final dos dois anos, terão que frequentar um 3º ano do curso.
2. A frequência do curso está sujeita ao pagamento da respetiva taxa em vigor.

6. NOTAS IMPORTANTES:
6.1. Não é efetuado o reembolso de taxas pagas nem a devolução de documentação entregue.
6.2. A abertura dos cursos obedece a um número mínimo de matrículas.
6.3. Morada para envio de documentação:
Universidade Fernando Pessoa
Gabinete de Ingresso
Praça 9 de Abril, 349
4249-004 Porto

Regime Geral: Estudantes do ensino secundário da União Europeia

  1. Condições de ingresso:
    a) Ser titular de um curso de ensino secundário de um país da União Europeia ou equivalente legal;
    b) Ter realizado, este ano ou nos dois anos anteriores, exames finais das disciplinas terminais do ensino secundário estrangeiro correspondentes às provas de ingresso (PDF) fixadas para o curso ao qual se candidatam;
    c) Ter obtido nos exames estrangeiros referidos na alínea anterior nota mínima de 95 valores (numa escala de 0 a 200).
  2. Critérios de admissão:
    A candidatura pelo Regime Geral é baseada na Nota de Candidatura (por ordem decrescente de nota)
    a) A nota de candidatura é uma classificação na escala de 0 a 200 pontos (arredondada às décimas) e o candidato terá que ter nota igual ou superior a 100 pontos
    b) A nota de candidatura é calculada através da seguinte fórmula: classificação do ensino secundário × 0,65 + classificação dos exames finais do ensino secundário estrangeiro* × 0,35
    * Correspondentes às provas de ingresso fixadas para o curso ao qual se candidatam
  3. Submissão da candidatura:
    3.1. Online, clicando no botão “EFETUAR CANDIDATURA” abaixo;
    3.2. Presencialmente no Gabinete de Ingresso

EFETUAR CANDIDATURA

Documentos necessários:

  • Documento de identificação da União Europeia | Cidadãos Extracomunitários: Visto de Estudante ou Cartão de Residência emitido pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras de Portugal;
  • Documento de identificação fiscal (para emissão de recibos);
  • Documento comprovativo da equivalência do ensino secundário estrangeiro ao ensino secundário português: a obter em qualquer escola do ensino secundário em Portugal (ligação)*;
  • Documento comprovativo da validação dos exames finais das disciplinas terminais do ensino secundário estrangeiro correspondentes às provas de ingresso (ligação) fixadas para o curso ao qual se candidatam; a obter na Direção Geral de Ensino Superior*;
  • Q42 – Boletim de Candidatura;
  • Pagamento da taxa de candidatura.

* No caso de candidatura online, original ou cópia autenticada terá que ser enviada pelo correio, para o Gabinete de Ingresso da UFP, dentro do prazo de candidatura.

4. Cronograma:
As datas para este regime de ingresso estão disponíveis e podem ser consultadas no Cronograma de Ingresso do Regime Geral 2020-21.

5. Matrícula:
Documentos necessários:

  • Fotografia (3 x 4 cm);
  • Comprovativo de satisfação dos pré-requisitos (aplicável aos cursos em que são exigidos pré-requisitos);
  • Comprovativo de proficiência da língua portuguesa*;
  • Q54 – Boletim de Matrícula (PDF);
  • Pagamento da matrícula e da propina.

* Aplicável aos candidatos de países cuja língua oficial não seja o português que sejam admitidos nos ciclos de estudos com estágios/práticas clínicas, nas Clínicas Pedagógicas da UFP, no Hospital-Escola da UFP ou em Unidades de Saúde externas (Análises Clínicas e Saúde Pública, Ciências da Nutrição, Ciências Farmacêuticas, Enfermagem, Fisioterapia, Medicina Dentária, Terapêutica da Fala).
NOTA:
1. Estudantes que não entreguem esse comprovativo no ato da matrícula serão obrigatoriamente inscritos para frequência do curso de “Português para Estrangeiros”.
1.1. A duração do curso é de dois anos letivos, sendo a aprovação necessária para poderem prosseguir para a formação clínica.
1.2. Alunos que não obtenham aprovação ao curso no final dos dois anos, terão que frequentar um 3º ano do curso.
2. A frequência do curso está sujeita ao pagamento da respetiva taxa em vigor.

6. NOTAS IMPORTANTES:
6.1. Não é efetuado o reembolso de taxas pagas nem a devolução de documentação entregue;
6.2. A abertura dos cursos obedece a um número mínimo de matrículas;
6.3. Morada para envio de documentação:
Universidade Fernando Pessoa
Gabinete de Ingresso
Praça 9 de Abril, 349
4249-004 Porto

Estudantes Internacionais

  1. Destinatários:
    Candidatos de nacionalidade extracomunitária que nunca tenham estado inscritos no ensino superior poderão candidatar-se pelo regime de Estudante Internacional.

  2. São considerados exceções a este regime:
    2.1. Os extracomunitários que tenham dupla nacionalidade com um estado membro da União Europeia;
    2.2. Os familiares de portugueses ou de nacionais de um estado membro da União Europeia, independentemente da sua nacionalidade;
    2.3. Os que, não sendo nacionais de um Estado membro da União Europeia, residam legalmente em Portugal há mais de dois anos, de forma ininterrupta, em 1 de janeiro do ano em que pretendam ingressar no ensino superior, bem como os filhos que com eles residam, sendo que o tempo de residência para estudo não releva para este efeito;
    2.4. Os beneficiários, em 1 de janeiro do ano em que pretendem ingressar no ensino superior, de estatuto de igualdade de direitos e deveres atribuído ao abrigo de tratado internacional outorgado entre o Estado Português e o Estado de que são nacionais;
    2.5. Os que requeiram o ingresso no ensino superior através dos regimes especiais: Estudantes bolseiros nacionais de países africanos de expressão portuguesa, no quadro dos acordos de cooperação firmados pelo Estado Português; Funcionários estrangeiros de missão diplomática acreditada em Portugal e seus familiares aqui residentes, em regime de reciprocidade; Praticantes desportivos de alto rendimento; Naturais e filhos de naturais do território de Timor Leste);
    2.6. Estudantes estrangeiros que se encontrem a frequentar uma instituição de ensino superior portuguesa no âmbito de um programa de mobilidade internacional para a realização de parte de um ciclo de estudos de uma instituição de ensino superior estrangeira com quem a instituição portuguesa tenha estabelecido acordo de intercâmbio com esse objetivo;
    2.7. Estudantes internacionais que adquiram a nacionalidade de um Estado membro da União Europeia.

Notas:
a) O ingresso nas instituições de ensino superior por aqueles que se encontrem abrangidos pelas alíneas 2.1. a 2.4. é realizado nos mesmos termos que os estudantes com nacionalidade portuguesa;
b) Entende-se por familiares de portugueses ou de nacionais de um estado membro da União Europeia, independentemente da sua nacionalidade:

  1. O cônjuge de um cidadão da União Europeia;
  2. O parceiro com quem um cidadão da União Europeia vive em união de facto, constituída nos termos da lei, ou com quem o cidadão da União mantém uma relação permanente devidamente certificada pela entidade competente do Estado membro onde reside;
  3. O descendente direto com menos de 21 anos de idade, ou que esteja a cargo de um cidadão da União, assim como o do cônjuge ou do parceiro na aceção da subalínea anterior;
  4. O ascendente direto que esteja a cargo de um cidadão da União Europeia, assim como o do cônjuge ou do parceiro na aceção da subalínea ii).

Caso se enquadre numa destas exceções deverá optar:
1. Pelo Regime Geral (https://www.ufp.pt/inicio/estudar-e-investigar/licenciaturas/condicoes-de-candidatura/> Terminei o Ensino Secundário em Portugal) ou
2. Pelo Regime de Maiores de 23 (ligação) se tiver feito 23 anos até 31 de dezembro do ano anterior.

3. Condições de ingresso:
a) Ser titular de um curso de ensino secundário estrangeiro ou equivalente legal;
b) Ter realizado exames finais das disciplinas terminais do ensino secundário estrangeiro equivalentes às provas de ingresso (PDF) fixadas para o curso ao qual se candidatam, para esse ano, no âmbito do regime geral de acesso.
c) Os exames estrangeiros referidos na alínea anterior devem ter sido aprovados com a nota mínima de 95 valores (numa escala de 0 a 200) e podem ter sido realizados em qualquer ano letivo.
NOTA: Alunos Brasileiros poderão utilizar o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).
d) Ser proficiente na(s) língua(s) em que o curso a que se candidata é lecionado.

4. Critérios de admissão:
A candidatura pelo regime de Estudante Internacional é baseada na Nota de Candidatura (por ordem decrescente de nota).
a) A nota de candidatura é uma classificação na escala de 0 a 200 pontos (arredondada às décimas) e o candidato terá que ter nota igual ou superior a 100 pontos.
b) É calculada através da seguinte fórmula: classificação do ensino secundário × 0,65 + classificação dos exames finais do ensino secundário estrangeiro* × 0,35
* Correspondentes às provas de ingresso fixadas para o curso ao qual se candidatam

5. Submissão da candidatura:
5.1. Online, clicando no botão “EFETUAR CANDIDATURA” abaixo;
5.2. Presencialmente no Gabinete de Ingresso

EFETUAR CANDIDATURA

Documentos necessários:

  • Passaporte extracomunitário ou, se já estiverem a residir em Portugal, Título de Residência emitido pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras de Portugal;
  • Documento de identificação fiscal (para emissão de recibos);
  • Documento comprovativo da equivalência do ensino secundário estrangeiro ao ensino secundário português: a obter em qualquer escola do ensino secundário em Portugal (ligação)*;
  • Certidão de habilitações com os exames finais das disciplinas terminais do ensino secundário estrangeiro devidamente autenticada (notas 8.3 e 8.4)*;
  • Comprovativo de proficiência da(s) língua(s) em que o curso a que se candidata é lecionado**;
  • Declaração de Honra (PDF) que se enquadra no estatuto do Estudante Internacional;
  • Q42 – Boletim de Candidatura.

* No caso de candidatura online, o original ou a cópia autenticada terá que ser enviado/a pelo correio para o Gabinete de Ingresso da UFP, dentro do prazo de candidatura
** Os nacionais de países de língua de expressão portuguesa não terão que apresentar comprovativo da proficiência da língua portuguesa.

6. Cronograma:
As datas para este regime de ingresso estão disponíveis e podem ser consultadas no Cronograma de Ingresso – Estudante Internacional 2020-21.

CURSOS COM VAGAS NA 2ª FASE DE 2020-21 DO REGIME DE ESTUDANTES INTERNACIONAIS
Faculdade de Ciência e Tecnologia
Arquitetura e Urbanismo (MI)
Gestão da Qualidade, Ambiente e Segurança
Faculdade de Ciências da Saúde/Escola Superior de Saúde
Análises Clínicas e Saúde Pública
Ciências da Nutrição
Ciências Farmacêuticas (MI)
Fisioterapia
Medicina Dentária (MI)
Terapêutica da Fala
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Ciência Política e Relações Internacionais
Ciências Empresariais
Criminologia
Psicologia

7. Matrícula:
Os candidatos colocados terão que efetuar a sua matrícula presencialmente no Gabinete de Ingresso.

Documentos necessários:

  • Visto de Estudante ou Cartão de Residência emitido pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras de Portugal;
  • Fotografia (3 x 4 cm);
  • Comprovativo de satisfação dos pré-requisitos (aplicável aos cursos em que são exigidos pré-requisitos);
  • Q54 – Boletim de Matrícula (PDF);
  • Pagamento da matrícula e da propina.

8. NOTAS IMPORTANTES:
8.1. Não é efetuado o reembolso de taxas pagas nem a devolução de documentação entregue;
8.2. A abertura dos cursos obedece a um número mínimo de matrículas;
8.3. Certidões provenientes de estabelecimentos de ensino estrangeiro: originais ou fotocópias têm que estar autenticados/as pelos serviços oficiais de educação do respetivo país e reconhecidos pela autoridade diplomática portuguesa ou trazer a Apostilha da Convenção de Haia. A certidão de disciplinas deve também incluir a respetiva escala de notas utilizada na avaliação quantitativa, com indicação da nota mínima para aprovação, utilizada na avaliação curricular;
8.4. Documentos académicos ou profissionais devem ser emitidos em Português, Inglês, Espanhol ou Francês. Se emitidos noutra língua deverão ser traduzidos para Português, por um tradutor reconhecido pelas autoridades diplomáticas portuguesas.
8.5. Morada para envio da documentação:
Universidade Fernando Pessoa
Gabinete de Ingresso
Praça 9 de Abril, 349
4249-004 Porto

Titulares de curso superior

1. Condições de ingresso:
Ter concluído um curso superior (bacharelato, licenciatura, mestrado ou doutoramento) na UFP ou noutro estabelecimento de ensino superior. Os candidatos abrangidos por este regime de ingresso podem candidatar-se a qualquer curso superior.

2. Critérios de seriação para Titular de Curso Superior, para o 1.º ano, 1.º semestre, de um ciclo de estudos:

2. Critérios de seriação :
2.1. Ser proveniente de uma área afim;
2.2. Ter a melhor nota final do curso.

3. Submissão da candidatura:
3.1. Online, clicando no botão “EFETUAR CANDIDATURA” abaixo;
3.2. Presencialmente no Gabinete de Ingresso

EFETUAR CANDIDATURA

Documentos necessários:

  • Documento de identificação da União Europeia; Cidadãos Extracomunitários: passaporte ou, se já estiverem a residir em Portugal: Visto de Estudante ou Cartão de Residência emitido pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras de Portugal;
  • Documento de identificação fiscal (para emissão de recibos);
  • Diploma ou Certidão de conclusão do Curso Superior (Ver Notas 7.3 e 7.4)*;
  • Q42 – Boletim de Candidatura;
  • Pagamento da taxa de candidatura.

* No caso de candidatura online, a cópia autenticada terá que ser enviada pelo correio para o Gabinete de Ingresso da UFP, dentro do prazo de candidatura.

# Para pedir equivalências dos estudos anteriores: Ver ponto 6.

4. Cronograma:
As datas para este regime de ingresso estão disponíveis e podem ser consultadas no Cronograma de Ingresso – Concursos Especiais 2020-21.

5. Matrícula:
Os candidatos colocados terão que efetuar a sua matrícula presencialmente no Gabinete de Ingresso.

Documentos necessários:

  • Cidadãos Extracomunitários: Visto de Estudante ou Cartão de Residência emitido pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras de Portugal;
  • Fotografia (3 x 4 cm);
  • Comprovativo de satisfação dos pré-requisitos (aplicável aos cursos em que são exigidos pré-requisitos);
  • Comprovativo de proficiência da língua portuguesa*;
  • Q54 – Boletim de Matrícula (PDF);
  • Pagamento da matrícula e da propina;
  • Candidatos que tenham solicitado análise de creditações, terão que pagar ainda as taxas de registo de creditações.

* Aplicável aos candidatos de países cuja língua oficial não seja o português que sejam admitidos nos ciclos de estudos com estágios/práticas clínicas, nas Clínicas Pedagógicas da UFP, no Hospital-Escola da UFP ou em Unidades de Saúde externas (Análises Clínicas e Saúde Pública, Ciências da Nutrição, Ciências Farmacêuticas, Enfermagem, Fisioterapia, Medicina Dentária, Terapêutica da Fala).
NOTA:
1. Estudantes que não entreguem esse comprovativo no ato da matrícula serão obrigatoriamente inscritos para frequência do curso de “Português para Estrangeiros”.
1.1. A duração do curso é de dois anos letivos, sendo a aprovação necessária para poderem prosseguir para a formação clínica.
1.2. Alunos que não obtenham aprovação ao curso no final dos dois anos, terão que frequentar um 3º ano do curso.
2. A frequência do curso está sujeita ao pagamento da respetiva taxa em vigor.

6. Creditações:

6.1. Elementos necessários:

  1. Formulário Q60 – pedido de análise de creditações (PDF);
  2. Pagamento da taxa de pedido de análise de creditações (taxa disponível no ponto 2 de “outras Taxas” dos preçários anuais)
    2.1. Não há lugar ao reembolso da taxa paga em caso de indeferimento do pedido;
    2.2. O processo de creditação só será considerado válido e registado, após a liquidação das respetivas taxas de registo de creditações, previstas nas Normas Gerais Relativas ao Pagamento das Taxas Escolares na UFP (https://www.ufp.pt/inicio/conhecer-a-ufp/#regulamentos);
  3. Pedido de creditação de formação realizada no sistema de ensino superior nacional ou estrangeiro e de cursos de especialização tecnológica:
    3.1. Certidões ou certificados descritivos que comprovem as classificações obtidas, as datas de obtenção de aprovação, a escala de classificação utilizada (quando diferente da escala de classificação portuguesa) e os créditos respetivos (se aplicável);
    3.2. Programas/Conteúdos programáticos, com indicação dos métodos de trabalho e de avaliação e das cargas horárias das unidades curriculares ou da formação realizada, carimbados pela instituição de ensino emissora;
    3.3. Plano de estudos do ciclo de estudos ou da formação realizada;
    3.4. No caso de formação realizada em instituições de ensino superior estrangeiras, documento comprovativo de que a instituição é reconhecida pelas autoridades competentes do Estado respetivo, como fazendo parte do seu sistema de ensino superior, nos termos estabelecidos pelo artigo I.1 da Convenção sobre o Reconhecimento das Qualificações Relativas ao Ensino Superior na Região Europa, aprovada, para ratificação, pela Resolução da Assembleia da República n.º 25/2000, de 30 de março
    Notas:
    a)
    Documentos que sejam emitidos por instituições de ensino ou de formação nacionais ou da União Europeia: poderão ser entregues originais ou cópias autenticadas com a Apostilha da Convenção de Haia no país de realização do curso ou em Portugal por um notário, advogado, estação de correios ou Junta de Freguesia;
    b) Documentos que sejam emitidos por instituições de ensino extracomunitário: terão de ser entregues, sejam originais ou cópias, com autenticação da Apostilha da Convenção de Haia no país de realização do curso; caso o país não tenha aderido à Convenção, os documentos têm de ser autenticados pelos serviços oficiais de educação do país de realização do curso e pelos respetivos serviços diplomáticos portugueses desse país;
    c) Documentos que sejam emitidos por instituições de ensino ou de formação estrangeiras que não estejam emitidos na língua portuguesa, espanhola, francesa ou inglesa, têm der ser acompanhados de uma tradução para a língua portuguesa por um tradutor reconhecido pelas autoridades diplomáticas portuguesas;
  4. Pedidos de creditação de outra formação, realizada fora do sistema de ensino superior, e de experiência profissional:
    4.1. Curriculum vitae elaborado de acordo com o modelo europeu (Europass), atualizado e devidamente datado e assinado;
    4.2. Elementos probatórios das atividades nele mencionadas e de comprovativos, emitidos por entidades competentes, da experiência e competências profissionais ou elementos descritivos e certificativos da formação realizada, a que se pretende pedir creditação (originais ou cópias autenticadas conforme exposto em cima);
    4.3. Conteúdos da formação ou da atividade profissional, com uma descrição pormenorizada das funções e tarefas desempenhadas e dos resultados efetivos de aprendizagem (designadamente, competências adquiridas com a experiência) relevantes para efeitos de creditação;
    4.3.1. Este  documento deverá ser redigido em formato A4, com letra Times New Roman, tamanho 12, com 2,5 cm de margens e com uma extensão máxima de 9 mil palavras;
    4.4. Quaisquer outros elementos considerados pertinentes para a apreciação do pedido de creditação.

Ressalva:
No decurso do processo de análise do pedido de creditação poderá ser exigida a entrega de documentação adicional.

6.2. Momento de submissão do pedido:
O requerimento de creditação só pode ser apresentado nas seguintes situações:
a) No ato da candidatura a um ciclo de estudos;
b) No ato de matrícula e até 10 (dez) dias úteis subsequentes;
c) No ato de inscrição do estudante em ano letivo, e até 10 (dez) dias úteis subsequentes, quando a formação ou experiência profissional tiver ocorrido no ano anterior;
d) No ato de candidatura a reingresso e até 10 (dez) dias úteis subsequentes;
e) No final do ano letivo, quando se trate de pedido de mudança interna de ciclo de estudos.

6.3. Forma de submissão do pedido:

  • Presencialmente;
  • Pelo correio, para a morada indicada em baixo, dentro do prazo acima indicado; pagamento da taxa de pedido de análise de creditações feito por Vale Postal..

As Normas regulamentares para a creditação de formação e de experiência profissional dos candidatos e estudantes das unidades orgânicas da Universidade Fernando Pessoa podem ser consultadas no site da universidade em https://www.ufp.pt/inicio/conhecer-a-ufp/#regulamentos.

7. NOTAS IMPORTANTES:
7.1. Não é efetuado reembolso de taxas pagas nem a devolução de documentação entregue;
7.2. A abertura dos cursos obedece a um número mínimo de matrículas;
7.3. Certidões provenientes de estabelecimentos de ensino estrangeiro:
– Originais ou fotocópias têm que estar autenticados pelos serviços oficiais de educação do respetivo país e reconhecidos pela autoridade diplomática portuguesa ou trazer a Apostilha de Haia.

– Estas autenticações devem estar claramente visíveis nas versões digitais submetidas nas candidaturas online.
– A certidão de disciplinas deve também incluir a respetiva escala de notas utilizada na avaliação quantitativa, com indicação da nota mínima para aprovação, utilizada na avaliação curricular.
7.4. Documentos académicos ou profissionais devem ser emitidos em Português, Inglês, Espanhol ou Francês. Se emitidos noutra língua deverão ser traduzidos para Português, por um tradutor reconhecido pelas autoridades diplomáticas portuguesas.

7.5.  Morada para envio da documentação:
Universidade Fernando Pessoa
Gabinete de Ingresso
Praça 9 de Abril, 349
4249-004 Porto

A. Requisitos

  1. Os candidatos à UFP pelo regime de transferência/mudança de curso, regulado pela Portaria nº 181-D/2015, de 19 de junho, nos termos do nº 2 do artigo 9º, devem ter estado matriculados/inscritos numa instituição de ensino superior, devidamente reconhecida pelo respetivo Estado, no ano letivo imediatamente anterior ou noutros anos lectivos, sem interrupção ou com interrupção de frequência de um curso, que não hajam concluído, definido como superior pela legislação do país em causa;
  2. Nos termos  do artigo 10º e das alíneas b) e c) do nº 1 do artigo 9º, os candidatos  titulares de diplomas de conclusão do ensino secundário legalmente equivalente ao ensino secundário português, devem comprovar, através do certificado narrativo de disciplinas  (“Relevé des notes” ou “Pagella Scolastica” ou “Transcript” ou “Histórico”) com as respectivas classificações, que foram aprovados na ou nas disciplinas correspondentes às provas específicas fixadas, em Portugal (PDF), para a candidatura ao ingresso no ciclo de estudos que pretendem  frequentar na UFP;
  3. Nos termos do nº 3 do artigo 9º, não é permitida a mudança de par instituição/curso técnico superior profissional, ou curso estrangeiro de nível correspondente, para ciclos de estudos de licenciatura ou ciclos de estudos integrados de mestrado;
  4. Nos termos do artigo 15º, a integração curricular dos estudantes admitidos pelo regime de transferência/mudança de curso faz-se no ano letivo em que se matriculam e inscrevem, pela primeira vez,  na UFP, não sendo permitido, suspender a frequência e guardar a vaga para o ano letivo seguinte;
  5. Caso aconteça a suspensão de frequência, o processo de candidatura terá de ser recomeçado, quando do eventual regresso;
  6. O ingresso pelo regime de transferência/mudança de curso está sujeito  a um processo de seriação e de seleção e a limitações quantitativas, anualmente fixadas pelo órgão legalmente competente da UFP;
  7. A seriação é feita através da fórmula NS = [ (65% X Nes) + (35% X Nde) : 2], em que NS significa “nota de seriação”; Nes significa “nota de conclusão do ensino secundário”; Nde significa “nota da disciplina específica”.
  8.  A nota da seriação (NS) entra para o cálculo da nota de candidatura (NC),  para a seleção dos estudantes a admitir à matrícula. 
  9. Para os candidatos, que tenham frequentado um ciclo de estudos de ensino superior, nacional ou estrangeiro,  reconhecido legalmente no respetivo país ( a PACES é também considerada para este efeito), e tenham sido aprovados, pelo menos em 1 unidade curricular, a NC (nota de candidatura) obtém-se pela seguinte fórmula: NC = [( NS + Md) X 0,8] : 2 + y, em que NS significa a “nota de seriação”; Md significa a “média aritmética da(s) nota(s) da(s) unidade(s) curricular(es) frequentada(s) e aprovada(s) na instituição de origem”,  que pertençam à área científica dominante do ciclo de estudos, ao qual foi apresentada a candidatura; y significa o “número de unidades curriculares frequentadas e aprovadas na instituição de origem”. O valor de Y será 0,75 para o candidato que aprovou entre 1 e 3 unidades curriculares; será de 1,0,  se aprovou entre 4 e 6 unidades curriculares; e  será de 1,5, se aprovou mais de 6 unidades curriculares.
  10. Para os candidatos,  que não aprovaram nenhuma  unidade curricular,  a NC (nota de candidatura) obtém-se pela seguinte fórmula: NC = (NS + 5):2 + z, em que NS significa a “nota de seriação”; 5 significa “fator de correção”; z significa “fator de  ponderação”, sempre igual a 0,5 pontos.
  11. A nota de candidatura tem que ser superior a 9,5 valores na escala de 0 a 20, para poder ser considerada na ordenação, para efeitos de seleção,  nos termos do número seguinte.
  12. Os estudantes a admitir à matrícula são ordenados, de forma decrescente, pela nota de candidatura até ao limite das vagas disponíveis.

B. Cronograma administrativo

  1. Candidaturas:
    1ª fase*: de 1 de abril a 30 de junho de 2020
    2ª fase* (caso existam vagas disponíveis): de 26 de agosto a 8 de setembro de 2020

* As candidaturas podem ser submetidas:
– Presencialmente no Gabinete de Ingresso
– Online, clicando no botão “EFETUAR CANDIDATURA” abaixo

EFETUAR CANDIDATURA

2. A divulgação dos resultados dos admitidos é feita a 06 de julho (1ª fase) e a 15 de setembro (2ª fase) no site da UFP (http://candidaturas.ufp.pt > Verificar candidatura);

3. A matrícula e a inscrição nas unidades curriculares e os pagamentos das respectivas taxas administrativas são feitos nos seguintes períodos:
1ª fase: de 07 a 23 de julho de 2020
2ª fase: de 17 a 24 de setembro de 2020

4. Entre 22 de junho e 10 de julho (1ª fase) e entre 17 e 24 de setembro (2ª fase) decorre o prazo para os estudantes matriculados e inscritos requererem ao conselho científico, se o pretenderem, creditação a disciplinas frequentadas e aprovadas no curso donde provêm, entregando, para o efeito, as respectivas fichas curriculares, os programas oficiais dessas unidades curriculares, – autenticadas pelo estabelecimento de ensino superior em causa.

4.1. O pedido de análise de creditações é feito presencialmente e implica o pagamento de uma taxa administrativa.
4.1.1. Sendo atribuídas creditações, os estudantes terão que liquidar a taxa administrativa prevista nas Normas gerais de pagamento da UFP para efetuar o seu registo.

C. Documentação 

C.1. Documentação para a candidatura:

  1. Documento de identificação (*);
  2. Documento de identificação fiscal;
  3. Ficha ENES (Exames Nacionais do Ensino Secundário) (**) ou certidão de disciplinas do ensino secundário estrangeiro(**);
  4. Documento comprovativo de realização de matrícula numa licenciatura ou mestrado integrado(**);
  5. Certidão de disciplinas da licenciatura ou mestrado integrado (**).

(*) Cidadão da União Europeia: documento de identificação da União Europeia; Cidadão extracomunitário a residir em Portugal: passaporte com Visto de Estudante para Portugal ou Título de Residência emitido pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras de Portugal; Cidadão extracomunitário a residir no estrangeiro: passaporte.
(**) Certificados de estabelecimentos de ensino nacionais: original ou fotocópia autenticada num notário, advogado, estação de correios ou Junta de Freguesia.
Documentos de instituições de ensino estrangeiras:
a) Originais ou fotocópias, têm que ser autenticados com a Apostilha da Convenção de Haia no país da realização do curso.
b) Caso esse país não tenha aderido à Convenção, o documento tem que estar autenticado pelos serviços oficiais de educação desse país e respetiva autoridade diplomática portuguesa.
c) A certidão de disciplinas tem que incluir a respetiva escala de notas quantitativa, com a indicação da nota mínima para aprovação, utilizada na avaliação curricular.
d) No caso de candidaturas online, as autenticações têm que estar claramente visíveis.
e) Documentos académicos devem ser emitidos em Português, Inglês, Espanhol ou Francês. Se emitidos noutra língua deverão ser traduzidos para Português, por um tradutor reconhecido pelas autoridades diplomáticas portuguesas.

Nota: A ficha ENES poderá ser substituída pela certidão do ensino secundário com os resultados dos exames nacionais do ensino secundário correspondentes às provas de ingresso exigidas, através do regime geral de acesso ao ensino superior, para o ciclo de estudos em causa (nota mínima obrigatória de 9,5 valores).

C.2. Documentação para a matrícula e inscrição:
1. Cidadão extracomunitário: passaporte com Visto de Estudante para Portugal ou Título de Residência emitido pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras de Portugal;
2. Uma fotografia a cores 3 x 4 cm;
3. Versões físicas dos certificados académicos – no caso de se ter realizado a candidatura online;
4. Pré-requisitos do Grupo A [ligação], preenchidos por um médico registado em Portugal, no caso dos cursos da saúde;
4.1. Para a licenciatura em Terapêutica da Fala acresce: Declaração emitida por Terapeuta da Fala, conforme modelo disponível no Gabinete de Ingresso da UFP.
5. Comprovativo de proficiência da língua Portuguesa para os admitidos nos ciclos de estudos com estágios/práticas clínicas, nas Clínicas Pedagógicas da UFP, no Hospital-Escola da UFP ou em Unidades de Saúde externas (Análises Clínicas e Saúde Pública, Ciências da Nutrição, Ciências Farmacêuticas, Enfermagem, Fisioterapia, Medicina Dentária, Terapêutica da Fala);
5.1. Estudantes que não entreguem esse comprovativo no ato da matrícula, serão obrigatoriamente inscritos para frequência do curso de “Português para Estrangeiros.
5.1.1. A duração do curso é de dois anos letivos, sendo a aprovação necessária para poderem prosseguir para a formação clínica.
5.1.2. Alunos que não obtenham aprovação ao curso no final dos dois anos, terão que frequentar um 3º ano do curso.
5.2. A frequência do curso está sujeita ao pagamento da respetiva taxa em vigor.

D. Salvaguarda-se que:

  1. Não há reembolso de taxas pagas, nem devolução de documentação entregue;
  2. Não são consideradas nem candidaturas nem aceites matrículas incompletas;
    2.1.A candidatura é apenas validada após o pagamento da taxa de candidatura.
    2.2. A matrícula é apenas validada após o pagamento da taxa de matrícula e de propina.
  3. A abertura dos cursos obedece a um número mínimo de matrículas.

CTeSP

1. Condições de ingresso:
1.1. Terem concluído um Curso de Técnico Superior Profissional;
1.2. Ter realizado exames finais das disciplinas terminais do ensino secundário correspondentes às provas de ingresso (PDF) exigidas para o curso ao qual se candidatam no âmbito do regime geral de acesso – os quais podem ter sido realizados em qualquer ano letivo;
1.3. Ter, nesses exames nota mínima de 95 valores (numa escala de 0 a 200).

2. Critérios de seriação :
2.1. Ser proveniente de uma área afim;
2.2. Ter a melhor nota final do curso.

3. Submissão da candidatura:
3.1. Online, clicando no botão “EFETUAR CANDIDATURA” abaixo;
3.2. Presencialmente no Gabinete de Ingresso

EFETUAR CANDIDATURA

Documentos necessários:

  • Documento de identificação da União Europeia; Cidadãos Extracomunitários: Visto de Estudante ou Cartão de Residência emitido pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras de Portugal;
  • Documento de identificação fiscal (para emissão de recibos);
  • Ficha ENES (Ver Nota 6.3);
  • Diploma do Curso de Técnico Superior Profissional Português*;
  • Q42 – Boletim de Candidatura;
  • Pagamento da taxa de candidatura

* No caso de candidatura online, a cópia autenticada terá que ser enviada pelo correio, para o Gabinete de Ingresso da UFP, dentro do prazo de candidatura.

4. Cronograma:

As datas para este regime de ingresso estão disponíveis e podem ser consultadas no Cronograma de Ingresso – Concursos Especiais 2020-21.

5. Matrícula:
Os candidatos colocados terão que efetuar a sua matrícula presencialmente no Gabinete de Ingresso.

Documentos necessários:

  • Cidadãos Extracomunitários: Visto de Estudante ou Cartão de Residência emitido pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras de Portugal;
  • Fotografia (3 x 4 cm);
  • Comprovativo de satisfação dos pré-requisitos (aplicável aos cursos em que são exigidos pré-requisitos);
  • Comprovativo de proficiência da língua portuguesa*;
  • Q54 – Boletim de matrícula (PDF);
  • Pagamento da matrícula e da propina.

* Aplicável aos candidatos de países cuja língua oficial não seja o português que sejam admitidos nos ciclos de estudos com estágios/práticas clínicas, nas Clínicas Pedagógicas da UFP, no Hospital-Escola da UFP ou em Unidades de Saúde externas (Análises Clínicas e Saúde Pública, Ciências da Nutrição, Ciências Farmacêuticas, Enfermagem, Fisioterapia, Medicina Dentária, Terapêutica da Fala).
NOTA:
1. Estudantes que não entreguem esse comprovativo no ato da matrícula serão obrigatoriamente inscritos para frequência do curso de “Português para Estrangeiros”.
1.1. A duração do curso é de dois anos letivos, sendo a aprovação necessária para poderem prosseguir para a formação clínica.
1.2. Alunos que não obtenham aprovação ao curso no final dos dois anos, terão que frequentar um 3º ano do curso.
2. A frequência do curso está sujeita ao pagamento da respetiva taxa em vigor.

6. NOTAS IMPORTANTES:
6.1. Não é efetuado o reembolso de taxas pagas nem a devolução de documentação entregue;
6.2. A abertura dos cursos obedece a um número mínimo de matrículas;
6.3. Candidatos que não possuam Ficha ENES, poderão substitui-la pela Certidão do Ensino Secundário com os resultados (nota mínima 9.5) dos exames nacionais do ensino secundário correspondentes às provas de ingresso exigidas para o ingresso no ciclo de estudos em causa através do Regime Geral de acesso ao ensino superior.
6.4. Certidões provenientes de estabelecimentos de ensino estrangeiro:
– Originais ou fotocópias têm que estar autenticados/as pelos serviços oficiais de educação do respetivo país e reconhecidos pela autoridade diplomática portuguesa ou trazer a Apostilha de Haia;
– Estas autenticações devem estar claramente visíveis nas versões digitais submetidas nas candidaturas online;
– A certidão de disciplinas deve também incluir a respetiva escala de notas utilizada na avaliação quantitativa, com indicação da nota mínima para aprovação, utilizada na avaliação curricular;
6.5. Documentos académicos ou profissionais devem ser emitidos em português, inglês, espanhol ou francês. Se emitidos noutra língua, deverão ser traduzidos para português por um tradutor reconhecido pelas autoridades diplomáticas portuguesas.
6.6. Morada para envio da documentação:
Universidade Fernando Pessoa
Gabinete de Ingresso
Praça 9 de Abril, 349
4249-004 Porto
Portugal

De acordo com o Decreto-Lei nº11/2020, a Universidade Fernando Pessoa admite a concurso especial os candidatos titulares de cursos de dupla certificação de ensino secundário e cursos artísticos especializados.

Datas:
– Candidaturas: 1 a 6 de outubro de 2020
– Prova específica a realizar na UFP: 13 outubro de 2020
– Afixação dos resultados: 19 de outubro de 2020
– Matrículas: 19 a 22 de outubro de 2020

Provas – programa e bibliografia:
Biologia
Matemática

Regulamento:
Consulte  o documento das Normas Regulamentares de Candidaturas de Acesso e Ingresso na UFP através do Concurso Especial para Titulares dos Cursos de Dupla Certificação de Nível Secundário e Cursos Artísticos Especializados

A confirmação da área CNAEF dos cursos profissionais pode ser efetuada no Catálogo Nacional de Qualificações (http://www.catalogo.anqep.gov.pt/Qualificacoes), na rede de oferta formativa de cursos profissionais no site da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (opção a selecionar por período letivo no menu Escolas do site da DGEstE; https://www.dgeste.mec.pt) ou através da consulta das portarias de criação dos respetivos cursos profissionais.

Informações e Candidaturas:
Gabinete de Ingresso
Universidade Fernando Pessoa
Praça 9 de Abril, 349
4249-004 Porto
e-mail: ingresso@fundacaofernandopessoa.pt

Normas sobre prosseguimento de estudos na Universidade Fernando Pessoa (UFP) no ciclo de estudos integrado conducente ao Mestrado em Medicina Dentária (MIMD) por candidatos titulares de diploma de licenciatura, ou equivalente legal, de graduação em Odontologia, obtido em países não pertencentes à União Europeia

A. Enquadramento normativo

1. O reconhecimento de graus académicos e diplomas atribuídos por instituições de ensino superior estrangeiras tem, em Portugal, um regime jurídico próprio, definido pelo Decreto-Lei nº 66/2018, de 16 de agosto.

2. Nos termos deste decreto, somente as instituições públicas de ensino superior podem fazer reconhecimento direto de graus académicos estrangeiros.

3. A UFP, porque é uma instituição privada de ensino superior, não faz aquele reconhecimento, mas, tendo em vista o prosseguimento de estudos, para obtenção dos graus ou diplomas, que nela funcionam, nos termos da alínea a) do nº 1 do artigo 45º do Decreto-Lei nº 74/2006, de 22 de março, na última redação que lhe foi dada pelo Decreto-Lei nº 65/2018, de 16 de agosto,  pode atribuir créditos (ECTS) à formação graduada em Odontologia obtida em países não pertencentes à União Europeia, aqui também designados por países extracomunitários, em instituições de ensino superior, devidamente autorizadas.

4. A UFP pode também atribuir créditos por outras formações, realizadas depois da  graduação, e por experiência profissional comprovada, diretamente relacionadas com o ciclo de estudos integrado conducente ao grau de mestre em Medicina Dentária, observadas as regras aplicáveis à creditação constantes do artigo 45º-A do decreto-lei referido no número anterior.

4.1. O número de ECTS, que pode ser atribuído pela formação graduada, após parecer do conselho científico da Faculdade de Ciências da Saúde, situa-se entre o mínimo de 180 (para candidatos com 3,5 a 4 anos de graduação e uma carga horária total mínima de 4 250 horas) e o máximo de 210 (para candidatos com mais de 4 anos de graduação com uma carga horária total mínima de 4 950). A carga horária total da graduação deve ser comprovada pelo histórico-escolar e/ou certificado narrativo com a respectiva nota de aprovação nas disciplinas ou unidades curriculares.

4.2. Os ECTS (até ao máximo de 30) relativos a outras formações (máximo de 15) e a experiência profissional comprovada (máximo de 15), na área da Odontologia, só podem ser obtidos, após aprovação em exame(s) sumativo(s), para avaliação de conhecimentos e competências relacionados com as disciplinas assinaladas com (*) na lista das unidades curriculares que faltem para concluir o MIMD.

5. O(s) exame(s) sumativo(s) necessário(s), para creditar unidades curriculares com base noutra(s) formação(-ões), só pode(m) ser requerido(s) pelos candidatos matriculados, que comprovem ter concluído, após a graduação, formação(-ões) com carga horária total mínima de 225 horas.

6. O(s) exame(s) sumativo(s), para creditar unidades curriculares com base em experiência profissional, só pode(m) ser requerido(s) pelos candidatos matriculados, que comprovem ter, no mínimo, 6 anos de actividade clínica.

7. Os portadores de um grau académico em Odontologia, ou outra designação legalmente equivalente, conferido por instituição reconhecida de ensino superior de um país extracomunitário, que se candidatem à UFP e sejam nela admitidos, para prosseguimento de estudos com vista à obtenção do MIMD, devem ter presente que a formação académica de médicos dentistas, na União Europeia, obedece às respetivas normas da Diretiva nº 2005/36/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho de 7 de setembro de 2005, alterada pela Diretiva nº 2013/55/UE, do Parlamento Europeu e do Conselho de 20 de novembro de 2013, das quais se salienta a obrigatoriedade de frequência a tempo integral da formação em Medicina Dentária.

8. A admissão à frequência das unidades curriculares (UC) do complemento de formação, necessárias para conclusão do MIMD, além da observância das normas daquelas Diretivas, exige o cumprimento dos regulamentos pedagógicos e administrativos vigentes na UFP, no momento do ingresso do estudante.

8.1. O complemento de formação do MIMD, especialmente nas unidades curriculares de ensino e de práticas clínicas, é lecionado exclusivamente em Língua Portuguesa.

8.2. Os candidatos não falantes de Língua Portuguesa terão de frequentar na UFP o curso de Português para Estrangeiros, desenhado especificamente para a aquisição das competências comunicacionais necessárias, para interagirem com os pacientes que apenas falam Português, seja nas Clínicas Pedagógicas seja no Hospital-Escola.

9. O ingresso destes candidatos com diploma extracomunitário obedece a um processo administrativo-pedagógico de acesso, constituído por duas fases distintas mas complementares.

B. Processo administrativo-pedagógico

B.1. Primeira fase: Elegibilidade administrativa da candidatura 

1. A candidatura, para complemento da formação necessária para a conclusão do MIMD na UFP por candidatos com graduação em Odontologia/Medicina Dentária obtida em países não pertencentes à União Europeia, é apresentada ao Gabinete de Ingresso, entre o dia 1 (um) de fevereiro e o dia 10 (dez) de março de cada ano. Antes de formalizarem a candidatura, nos termos das alíneas seguintes, aconselha-se os candidatos a se informar sobre o cumprimento dos requisitos administrativos e científicos necessários à admissão ao MIMD.

1.1. Os candidatos terão que possuir uma graduação em Odontologia/Medicina Dentária com uma carga horária mínima comprovada de 4250 horas. Candidatos graduados, com uma carga horária inferior a 4250 horas, não reúnem condição administrativa para se candidatarem à frequência do complemento de formação do MIMD.

2. A candidatura é submetida única e exclusivamente no site da UFP, em  http://candidaturas.ufp.pt/index.php?url=odontologia

3. Os candidatos terão de preencher o formulário de candidatura, disponível no site, e anexar os diplomas e histórico escolar, obrigatoriamente. Os programas oficiais (ementas) têm de ser enviados pelo correio postal.

3.1. A comprovação da graduação e de outra(s) formação(-ões) realizada(s) deve ser feita, anexando os documentos seguintes:

a) Cópia digitalizada e autenticada do diploma de conclusão da graduação e de outros diplomas ou certificados de formações de especialização ou de pós-graduação, lato sensu e stricto sensu, no campo científico e profissional das ciências dentárias.

b) Cópia digitalizada e autenticada do histórico escolar ou certificado narrativo do curso (o histórico, ou o certificado, deve incluir a carga horária total da graduação, o número de horas de cada disciplina e a respectiva nota de aprovação.

c) Os programas oficiais e conteúdos de cada disciplina (ementas) têm de ser enviados pelo correio postal, até 10 de março (data de receção no Gabinete de Ingresso da UFP).

d) Curriculum vitae (em modelo Europass), descrevendo a experiência profissional como dentista e respectivos comprovativos dessa experiência.

3.2. Nesta primeira fase da candidatura, a autenticação das cópias do diploma e do histórico escolar pode ser feita pelas autoridades académicas da instituição, onde foi obtido o grau ou por tabelião ou autoridade notarial habilitada;

3.2.1. Sendo admitidos, no ato de matrícula, os candidatos terão de entregar cópia dos certificados académicos autenticadas com a Apostilha da Convenção de Haia (obtida no país da instituição que conferiu o diploma).

3.2.2. Se o país não tiver aderido à Convenção de Haia, a autenticação terá que ser feita pelos serviços oficiais de educação desse país e pelas respetivas autoridades diplomáticas portuguesas.

3.3. Só serão consideradas as candidaturas cujo formulário esteja completamente preenchido e cujos documentos indicados no ponto 3.1. de 1. Primeira fase: Elegibilidade administrativa da candidatura tenham, sido rececionados no Gabinete de Ingresso da UFP, até 10 de março.

3.4. Documentos, que não estejam redigidos em língua portuguesa, em língua inglesa, em língua espanhola ou em língua francesa, só serão aceites, se acompanhados por tradução certificada para a língua portuguesa.

4. A candidatura está sujeita ao pagamento da taxa administrativa de € 350 (trezentos e cinquenta euros, não reembolsável), relativa à verificação da conformidade legal da documentação e à análise do histórico escolar, do curriculum vitae, da certificação das formações de especialização e/ou de pós-graduação do candidato e da sua experiência profissional;

4.1. No ato de preenchimento da candidatura online, os candidatos têm que escolher a opção de pagamento por PayPal. Depois de submeterem a candidatura no site da UFP, os candidatos serão encaminhados para o site da PayPal para fazerem o pagamento da taxa administrativa. Caso não o façam nessa altura, não conseguirão validar o pagamento mais tarde, pelo que terão de voltar a submeter a candidatura no site da UFP.

4.2. A candidatura apenas é validada após o recebimento da taxa de candidatura e da documentação indicada no ponto 3.1. de 1. Primeira fase: Elegibilidade administrativa da candidatura no Gabinete de Ingresso da UFP, até 10 de março.

5. O prazo de 15 (quinze) dias úteis previsto, para a análise da candidatura e verificação de que o processo cumpre os requisitos legais e administrativos estabelecidos nas presentes normas, e para a comunicação do resultado, é contado, a partir do momento em que a documentação indicada no ponto 3.1. de B.1. Primeira fase: Elegibilidade administrativa da candidatura seja recebida na UFP.

6. A comunicação por e-mail informará os candidatos da sua passagem, ou não, à segunda fase da candidatura e da sua colocação administrativa ou no grupo elegível para a creditação de, no mínimo, 180 ECTS, ou no grupo elegível para a creditação de, no mínimo, 210 ECTS.

6.1. Nesta fase, a informação sobre o número de ECTS a realizar, caso sejam admitidos à frequência do complemento de formação para conclusão do MIMD, é meramente indicativa, pois a confirmação oficial desse número depende do processo de seriação e de seleção dos candidatos, a ser realizadas pela direcção da Faculdade de Ciências da Saúde, ouvido o conselho científico e a coordenação do ciclo de estudos.

B.2. Segunda fase de candidatura: Seriação e seleção dos candidatos

1. A segunda fase de candidaturas decorre entre o dia 1 e 30 de abril, período durante o qual se procederá à seriação e à seleção dos candidatos administrativamente elegíveis para as vagas disponibilizadas em cada ano letivo.

2. A seriação é o processo em que os candidatos são ordenados de forma decrescente, de acordo com a seguinte fórmula. [(65% X Ng) + (35% X Nag)] : 2 = Ns, em que: Ng significa “Nota da graduação na escala de 0 – 20”; Nag significa “Duração da graduação em número de anos académicos” ; Ns significa “Nota de seriação”.

3. O processo de seleção visa preencher as vagas fixadas para a matrícula na UFP e inscrição no complemento de formação do MIMD, a partir da determinação da nota de candidatura (NC), obtida pela fórmula seguinte:

3.1. [(NS + Pec + Pls + Pss)] : 4 = NC; em que: NS significa “Nota de seriação”; Pec significa “Pontuação atribuída por anos de experiência clínica”; Pls significa “Pontuação atribuída por formações pós-graduação lato sensu”; Pss significa “Pontuação atribuída por formações pós-graduação stricto sensu” (mestrado ou doutorado); NC significa o resultado com a “Nota de candidatura”;

3.2. A pontuação a atribuir pela experiência clínica é a seguinte: até 5 anos de experiência clínica – 0 pontos; mais de 5 anos e menos de 10 anos de experiência clínica: 1 ponto; 10 ou mais anos de experiência clínica: 3 pontos;

3.3. A pontuação a atribuir a formações pós-graduação é a seguinte: 2 pontos para formações lato sensu (só contabilizadas com o mínimo de 225 horas); 3 pontos para formação stricto sensu (mestrado); 4 pontos para formação stricto sensu (doutorado).

4. Divulgada a lista dos candidatos selecionados, estes devem realizar e pagar a matrícula até ao dia 15 de maio. A matrícula é a condição necessária para a divulgação aos matriculados do número de ECTS atribuídos pela formação graduada anterior e para a fixação das unidades curriculares em que devem inscrever-se no complemento de formação, para conclusão do MIMD, com indicação daquelas a que podem ser requeridos exames sumativos e do link para consulta dos respetivos programas.

4.1. No ato da matrícula, os candidatos terão que entregar os certificados académicos autenticados conforme o ponto 3.2.1. ou 3.2.2. de 1. Primeira fase: Elegibilidade administrativa da candidatura – caso anteriormente apenas tenham enviado cópias autenticadas pelas autoridades académicas da instituição emissora dos documentos ou por autoridade notarial habilitada.4.1.1. Candidatos que efetuem pré-matrícula online, terão que entregar os documentos acima indicados em mão ou pelo correio até 15 de junho (data de receção no Gabinete de Ingresso).

4.2. Os candidatos terão que apresentar documento de identificação da União Europeia ou Título de Residência emitido pelo SEF – Serviço de Estrangeiros e Fronteiras de Portugal.

4.2.1. Candidatos extracomunitários que se encontrem a residir no estrangeiro poderão efetuar pré-matrícula online, apresentando o Visto de Estudante até ao início das aulas, em setembro.

5. Até 15 de junho, os estudantes matriculados devem proceder ao pagamento das creditações que lhes tenham sido atribuídas, para que possam inscrever-se até 31 de julho nas unidades curriculares a frequentar e, se reunirem condições para o efeito, possam requerer os exames sumativos para atribuição de ECTS por outras formações e/ou por experiência profissional.

6. Os exames sumativos, referidos em 5., serão realizados, durante o mês de Setembro, em datas fixadas no cronograma administrativo a cumprir pelos estudantes com graduação extracomunitária admitidos para o complemento de formação do MIMD.

7. Os estudantes, que, podendo tê-lo feito, não tenham requerido exame(s) sumativo(s) ou que, tendo-o(s) realizado, não tenham sido aprovados, não poderão requerer ou repetir o(s) exame(s) não aprovados.

8. Afixados os resultados dos exames sumativos, os estudantes aprovados deverão dirigir-se ao Gabinete de Ingresso no prazo máximo de 5 dias úteis, para proceder à retificação da sua inscrição e regularizar a situação administrativa de frequência.

C. Informações relativas ao ingresso em 2020/2021:

1. A candidatura apenas é válida para o ano letivo em que é apresentada. O processo de elegibilidade administrativa e científica e de seriação e seleção de candidatos à matrícula não é transferível para anos letivos seguintes.

2. Não há reembolso dos montantes pagos, para liquidar as taxas escolares devidas pelo processo de candidatura, de seriação e de seleção, de creditação de formação anterior, de matrícula e de inscrição e frequência.

3. Não é efetuada a devolução da documentação entregue.

4. Os estudantes apenas poderão assistir às aulas, após a regularização da situação administrativa.

D. Cronograma administrativo para o ano letivo de 2020-2021, para  candidatos Titulares de diploma de licenciatura ou equivalente legal, de graduação em Odontologia, obtido em países extracomunitários à frequência do Complemento de Formação, para obtenção do MIMD:

até 10 de março de 2020: Prazo para candidatura administrativa* (Para 2020-2021, 40 é o número de vagas a concurso)

Preencher o formulário de candidatura na sua totalidade. Todos os campos não preenchidos, serão considerados como ausentes, não sendo aceites aditamentos de informação ou documentos posteriormente à validação da candidatura. Quaisquer documentos em falta serão da responsabilidade do candidato e não serão considerados no processo de candidatura, inviabilizando a elegibilidade da candidatura

Até 31 de março de 2020: Comunicação pelo GI-UFP de candidaturas elegíveis/validadas.

Até 15 de maio de 2020: Realização e pagamento da matrícula

Até 15 de junho de 2020: Comunicação presencial no GI das creditações e das UC a realizar para complemento de formação aos estudantes admitidos; Pagamento das creditações atribuídas

Até 31 de julho de 2020: Inscrição nas Ucs, pagamento da propina e requerimento de exames (se aplicável)

De 1 a 15 de setembro de 2020: Realização de exames sumativos de avaliação de competências (se aplicável)

Até 30 de setembro de 2020: Informação dos resultados dos exames de avaliação de competências

Até 6 de outubro de 2020: Data limite de retificação das inscrições nas UCs de acordo com os resultados dos exames de avaliação de competências

Caso tenha quaisquer questões, por favor consulte o documento de FAQs.

Taxas 2020-2021 (PDF)

última atualização: 10.03.2020

TAXAS ESCOLARES

Consulte o documento de Taxas Escolares adequado ao seu caso:

  • 1º ciclo e Mestrados Integrados 2020/21 – 1º ano (PDF)*
  • 1º ciclo e Mestrados Integrados 2020/21 – anos seguintes (PDF)*
  • 1º ciclo e Mestrados Integrados 2020/21 – Estudantes externos e regime parcial (PDF)*

* Não dispensa a consulta das Normas Gerais Relativas ao Pagamento das Taxas Escolares na UFP.