Como representar a dor que não se vê? A escultura Melancholy (2012), de Albert György, será o ponto de partida para uma aula aberta com Álvaro Campelo e Eunice Pais, no dia 18 de novembro de 2026, no âmbito do Ciclo Compor Mundos 2026-27.
Dedicada ao tema «Artes e Saúde», a sessão propõe uma reflexão sobre o sofrimento psicológico, a melancolia e o vazio existencial, explorando a capacidade da expressão artística para tornar visível uma dor interior.
O diálogo entre arte, neurociências e humanidades permitirá abordar as relações entre perda, dependência e procura de sentido, questionando também as fronteiras entre tristeza e depressão.
Uma oportunidade para pensar como a arte pode contribuir para uma compreensão mais profunda do sofrimento e da condição humana.
Entrada Livre


