AULAS PRÁTICAS EM CLÍNICAS PEDAGÓGICAS E NO HOSPITAL UFP

INSTALAÇÕES DE QUALIDADE INTERNACIONAL

ACESSO A BOLSAS DE ESTUDO

Acreditação plena, por 6 anos,
pela A3ES, em 08-02-2017 (ligação)

Provas de Ingresso (reg. geral)
Biologia e Geologia OU o conjunto de Biologia e Geologia + Português
Pré-requisitos: Grupo A (PDF)
O acesso ao curso de Terapêutica da Fala está igualmente sujeito à entrega de declaração emitida por Terapeuta da Fala, conforme modelo disponível no Gabinete de Ingresso da UFP. (PDF)
Vagas (reg. geral) 20

Os licenciados em Terapêutica da Fala podem exercer atividade profissional, de forma independente ou integrado em equipas interdisciplinares, em diversos locais: Hospitais; Centros de Saúde; Clínicas Privadas; Centros de Medicina Física e Reabilitação; Equipas Locais de Intervenção Precoce; Jardins de Infância e Escolas; Instituições de Solidariedade Social; Lares de idosos; Unidades de Cuidados Continuados Integrados; Empresas; Instituições de Formação; entre outros.

PORQUÊ ESCOLHER TERAPÊUTICA DA FALA DA UFP?

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Proximidade e apoio dos professores ao longo de todo o curso

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Corpo docente altamente qualificado e diferenciado, com experiência e reconhecimento nacional e internacional.

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Aulas práticas nas clínicas pedagógicas e no Hospital da UFP proporcionando uma experiência clínica quantitativa e qualitativa sem paralelo.

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Clínica pedagógica equipada com as tecnologias e equipamentos mais avançados permitindo aos alunos uma aprendizagem em contexto de prática real e, uma adaptação gradual à futura vida profissional.

A SUA EQUIPA DE APOIO

O sucesso educativo alcança-se através do trabalho de equipa. Durante o seu processo de candidatura, e sempre que precisar, contará com o apoio e aconselhamento de uma equipa de profissionais.

Professores

Além de academicamente qualificados, os nossos professores são conhecidos por serem muito próximos dos alunos e disponíveis para esclarecer todas as suas dúvidas.

Equipa de Acolhimento

A equipa de acolhimento, constituída por colaboradores da UFP que são maioritariamente antigos alunos da universidade, tem como objetivo facilitar a integração dos novos alunos.

Colaboradores

Presencialmente (durante os horários de atendimento) ou à distância de um clique, os nossos colaboradores são conhecidos pelo seu profissionalismo e pela sua disponibilidade para ajudar.

PLANO DE ESTUDOS

1º Ciclo Licenciatura* · Duração: 8 Semestres · 240 ECTS
Conforme: Registo R/B-AD-758/2006, DR 2ª série n.º 148, de 02 de agosto de 2006 · Despacho n.º 18080/2006, DR 2ª série n.º 171, de 05 de setembro de 2006 · Retificação nº 2356/2008, DR 2ª série nº 209, de 28 de outubro de 2008 · Despacho nº 4436/2017, DR 2ª série nº99, de 03 de maio de 2017 (PDF)

UNIDADES CURRICULARES ECTS

O objetivo desta área curricular é transmitir conhecimentos de anatomia e de fisiologia de diversos órgãos e sistemas constituintes do corpo humano, pressupondo que estes conhecimentos poderão ser interligados com outras matérias que venham a ser lecionadas nesta licenciatura. A visão global da área curricular será sempre acompanhada de uma perspetiva prática, de modo a que no conjunto as duas componentes da disciplina permitam aos alunos obter uma imagem global e integrada das diversas situações patológicas que atingem o corpo humano. Sempre que oportuno será dada uma explicação básica de entidades patológicas de modo a aumentar o grau de compreensão e o interesse destes profissionais. Com esta metodologia, pretende-se que os alunos adquiram competências específicas e capacidades de pesquisa e de manuseamento da informação que, se tornem facilitadoras do aprofundamento de conhecimentos nesta área.

Pretende-se que o aluno domine as técnicas de investigação e de produção com vista à correta execução do trabalho científico e desenvolva competências estruturantes de natureza teórico-prática que lhe permitam conhecer e aplicar estruturas discursivas utilizáveis na sua área de formação. Para dotar os alunos das competências específicas a desenvolver no âmbito desta unidade curricular, existe uma correspondência direta entre os conteúdos de cada capítulo lecionado e as competências específicas a desenvolver.

Desenvolvimento da competência linguística e comunicativa dos alunos com o objetivo de assegurar uma comunicação eficaz numa pluralidade de situações sócio-profissionais. Consolidação de estruturas gramaticais e padrões previamente adquiridos. Identificação, crítica, comentário e produção de vários tipos de texto, através do desenvolvimento das capacidades de ouvir, compreender, analisar, discutir e resolver problemas em inglês. Desenvolvimento das capacidades críticas e reflexivas dos alunos, através de uma aprendizagem e gestão autónomas.

A Bioestatística propõe-se introduzir e desenvolver o conhecimento de técnicas de análise estatística, apresentando exemplos relevantes e situações realistas para ilustrar os conceitos. Procura-se ainda desenvolver no aluno o espírito crítico e de análise, relativamente aos resultados obtidos, de forma a estabelecer o grau de confiança nos mesmos.

Os objetivos/competências fundamentais da unidade curricular determinam que no final do semestre o aluno deverá ser capaz de:

  • Calcular estatísticas e distingui-las de parâmetros;
  • Caracterizar devidamente conjuntos de dados (amostrais ou populacionais) e fazer a sua correta interpretação (ser crítico);
  • Utilizar ferramentas de inferência estatística: intervalos de confiança e testes de hipóteses;
  • Avaliar a informação contida num artigo científico e ser capaz de comunicar os resultados de uma investigação.

Os cuidados em saúde são, sem dúvida, cuidados que se encontram em rede com uma variedade de equipas multidisciplinares. O conhecimento e a correta execução de Gestos Básicos na área da Saúde, revela-se de extrema importância para qualquer profissional que se encontre na área da saúde. Desta forma, o objetivo desta unidade curricular é fornecer ao futuro Terapeuta da fala o mais precocemente no decorrer da sua formação, conhecimentos básicos e atitudes essenciais para o exercício da sua profissão que devem ser do conhecimento de todos e execução obrigatória.

O aluno deve dominar os conceitos básicos subjacentes à história das teorias e ciências da linguagem e da comunicação no estudo das perturbações da comunicação humana.
Objetivos/Competências Gerais:
1 – Compreender a organização da estrutura da língua nas suas perspetivas e abordagens
2 – Compreender a faculdade da linguagem e das suas componentes
3 – Situar a ciência da linguagem no conhecimento
4 – Conhecer as principais correntes do pensamento linguístico
5 – Desenvolver uma consciência formal da língua, designadamente a nível fonético-fonológico, morfo-sintático, semântico e pragmático
6 – Conhecer as principais problemáticas teóricas que perspetivam a linguagem como capacidade da mente, facto social e produto da atividade do cérebro
7- Aplicar os conhecimentos linguísticos num contexto clínico.

UNIDADES CURRICULARES ECTS

Com esta área curricular pretende-se que os alunos adquiram conhecimentos anatomofisiológicos que venham a suportar a compreensão de temas como a deglutição normal e patológica, a anatomofisiologia da faringe e da laringe nos contextos respiratório e fonatório, abordando-se ainda temáticas referentes às perturbações vocais e da deglutição presentes em diversas situações patológicas, com incidência especial para as que envolvem os nervos cranianos. Pretende-se ainda que os alunos compreendam a constituição anatómica e a fisiologia dos sistemas auditivo e vestibular e, adquiram conhecimentos básicos que lhes permitam interpretar algumas perturbações sensoriais, nomeadamente as olfativas, as gustativas e as visuais. São ainda aspetos relevantes desta área curricular a aquisição de competências no capítulo das funções estomatognáticas e respetivas repercussões na mastigação, articulação da palavra e ressonância vocal.

As aulas teóricas visam introduzir conceitos físicos relevantes, de forma simplificada, usando uma linguagem matemática básica, de forma a proporcionar a compreensão de modelos e de princípios físicos. Pretende-se que o aluno adquira uma base científica sólida, de forma a ser capaz de identificar os fenómenos físicos subjacentes a processos ou actividades do corpo humano na sua futura área de intervenção.

Objetivos e competências das componentes TPPRA: O programa inicia com introdução a noções e ferramentas básicas da biofísica de modo a que o aluno possa compreender a relação entre grandezas e o seu significado. A fala e a audição são dois mecanismos de comunicação entre o interior do organismo e o meio ambiente. Nesta sequência prossegue-se o programa com o estudo do impulso nervoso e os aspetos biofísicos simples a ele associado. Passa-se depois a estudar, do ponto de vista biofísico e biomecânico, os aparelhos importantes para a geração e captação do som.

Desenvolvimento da competência linguística e comunicativa dos alunos com o objetivo de assegurar uma comunicação eficaz numa pluralidade de situações sócio-profissionais. Consolidação de estruturas gramaticais e padrões previamente adquiridos. Identificação, crítica, comentário e produção de vários tipos de texto, através do desenvolvimento das capacidades de ouvir, compreender, analisar, discutir e resolver problemas em inglês. Desenvolvimento das capacidades críticas e reflexivas dos alunos, através de uma aprendizagem e gestão autónomas.

O aluno deve dominar os conceitos básicos subjacentes à aquisição e desenvolvimento da linguagem humana. Assim, o aluno deve:

– Demonstrar familiaridade com conceitos, perspetivas teóricas e evidências empíricas na área da da psicolinguística
– Descrever e explicar os processos cognitivos envolvidos na produção e compreensão da linguagem falada e escrita
– Descrever e explicar o desenvolvimento da linguagem e respetivos fundamentos biológicos, cognitivos e sociais
– Descrever e explicar a aprendizagem da linguagem escrita e respetivos requisitos cognitivos
– Compreender os processos psicológicos envolvidos no uso e na aquisição da linguagem e integrar e aplicar esse conhecimento no estudo e na avaliação das perturbações de linguagem- Desenvolver competências de comunicação oral e escrita
– Desenvolver uma atitude crítica e autocrítica e adoptar valores éticos e deontológicos

O aluno deve dominar os conceitos básicos subjacentes fonética e fonologia. Assim, o aluno deve:

1 – Conhecer o domínio do Alfabeto Fonético Internacional;
2 – Descrever o processo de produção da fala;
3 – Distinguir os três ramos da Fonética;
4 – Conhecer as principais teorias da Fonologia;
5 – Conhecer a aquisição e desenvolvimento fonológico do Português Europeu;
6 – Conhecer os conceitos de Discriminação auditiva e Consciência Fonológica;
7 – Distinguir as diferentes terminologias usadas no domínio das Perturbações dos Sons da Fala;
8 – Reconhecer instrumentos e processos de avaliação formais e informais nas Perturbações dos Sons da Fala;
9 – Dominar os principais programas de intervenção de base articulatória e fonológica e aplicar o conhecimento em estudos de caso.

Após completar a unidade curricular os alunos deverão ter demonstrado reconhecer:
1 – caraterísticas principais de um padrão comunicativo e linguístico em qualquer fase do ciclo de vida;
2 – as principais áreas de atuação prática do terapeuta da fala e assumir características ético-deontológicas adequadas durante a observação de diferentes contextos terapêuticos.

UNIDADES CURRICULARES ECTS

A ORL Aplicada é uma área de importância fundamental na licenciatura em Terapêutica da Fala. O objetivo central desta área é a abordagem integrada de conhecimentos inerentes às áreas da Otorrinolaringologia e da Neurologia, com especial interesse para os Terapeutas da Fala. Algumas das patologias abordadas condicionam nos doentes mutilações importantes, designadamente as que se situam na esfera oncológica. Muitas das situações abordadas vão interferir de forma mais ou menos relevante na voz e na deglutição, razão por que consideramos fundamental a sua abordagem detalhada. Outras patologias com repercussão funcional importante pertencem à esfera neurológica e, dada a sua repercussão direta na voz e na deglutição, considerou-se importante integrá-las no âmbito curricular dos futuros Terapeutas da Fala.

De uma forma global espera-se que o aluno desenvolva a capacidade de análise e síntese; capacidade de aprender; habilidade para resolver problemas; capacidade de aplicar o conhecimento; capacidade para trabalhar a informação em relação à temática da Morfossintaxe e semântica.

Especificamente, os Objetivos de Aprendizagem (AO) são os seguintes:

1 – Identificar pontos-chave relativos à aquisição, desenvolvimento e aprofundamento de conhecimentos e capacidade de compreensão no âmbito da avaliação e intervenção ao nível das perturbações da semântica e da Morfossintaxe;
2 – Formular hipóteses sobre a avaliação e intervenção em diferentes populações clínicas em Terapia da Fala;
3 – Conhecer modelos e formas de usar materiais informais para a avaliação e intervenção em crianças com perturbações ao nível semântico e morfossintático.

A disciplina de Bioquímica Fisiológica visa o estudo dos principais processos metabólicos, assim como o relacionamento dos vários orgãos envolvidos na manutenção do equilíbrio metabólico do nosso organismo. É importante que os alunos assimilem os aspectos fundamentais da Bioquímica e, uma vez adquiridas essas bases, aprofundem os domínios particulares do metabolismo das principais biomoléculas e da bioquímica/fisiologia do sistema endócrino. Simultaneamente, pretende-se introduzir algumas situações clínicas relacionadas com as várias vias metabólicas estudadas.

Com a frequência da unidade curricular de Constituição Portuguesa e União Europeia, os alunos deverão adquirir diferentes competências (de auto-aprendizagem, de aplicação e de compreensão de conhecimentos, de resolução de problemas e de comunicação) e apresentar vários resultados, designadamente:

  1. Integrar conceitos, teorias e conhecimentos na área de integração europeia;
  2. Desenvolver competências de interação que permitam aos alunos participar em sala de aula nos debates sobre fenómenos políticos contemporâneos, integração económica e participação portuguesa no processo comunitário;
  3. Selecionar métodos de gestão de informação capazes de orientar os alunos em leituras selecionadas sobre os assuntos comunitários;
  4. Aperfeiçoar competências de comunicação oral e escrita;
  5. Desenvolver competências de análise crítica sobre os fenómenos políticos contemporâneos e todo o processo de integração europeia.

Com a frequência da unidade curricular de Comunicação e Linguagem na Criança, os alunos deverão adquirir diferentes competências (de auto-aprendizagem, de aplicação e de compreensão de conhecimentos, de resolução de problemas e de comunicação) e apresentar vários resultados, designadamente:

  1. Conhecer o desenvolvimento linguístico-comunicativo da criança
  2. Conhecer os fatores biológicos e ambientais relacionados com o desenvolvimento da linguagem
  3. Escolher e aplicar uma anamnese infantil
  4. Conhecer as diferentes formas e dimensões de avaliação linguístico comunicativa, e saber selecionar a mais adequada a cada caso
  5. Conhecer as diferentes características da perturbação desenvolvimental da linguagem (PDL), da emergência tardia da linguagem, da perturbação da linguagem e da perturbação da comunicação
  6. Estabelecer o diagnóstico diferencial
  7. Conhecer diferentes programas de intervenção
  8. Analisar as estratégias mais adequadas
  9. Reconhecer a importância da capacidade de delinear um plano de intervenção eclético e holístico, adequado à singularidade de cada caso
  10. Conhecer as diferentes formas de avaliação da linguagem escrita
  11. Analisar estratégias de intervenção mais adequadas a casos de perturbação de linguagem escrita
  12. Reconhecer a importância da complementaridade de papéis na intervenção com perturbações da linguagem escrita

A Psicopatologia Aplicada é uma unidade curricular que visa promover o desenvolvimento de conhecimentos de base acerca dos modos de vivência e dos comportamentos humanos. Assim sendo, os principais objetivos e competências a atingir são os seguintes:

1 – Integrar métodos, técnicas, procedimentos na área da psicopatologia aplicada;
2 – Integrar os conhecimentos teóricos, as técnicas e estratégias de análise dos principais fenómenos psiquicos de forma aplicável ao processo comunicacional;
3 – Selecionar métodos e técnicas apropriados na identificação dos principais fenómenos psíquicos (afetividade, senso-percepção, memória, consciência, pensamento, linguagem, atividade motora e iniciativa);
4 – Conhecer e determinar a forma como as alterações quantitativas e qualitativas de cada fenómeno psíquico se manifestam nos principais quadros psicopatológicos em diferentes etapas do ciclo vital;
5 – Aperfeiçoar competências de comunicação oral e escrita;
6 – Desenvolver uma atitude crítica e autocrítica, bem como adoptar valores éticos e deontológicos.

UNIDADES CURRICULARES ECTS

Objetivos da componente teórica:
1 – Compreensão do sistema anatomo-fisiológico do sistema auditivo e da audiologia clínica básica e medidas eletroacústicas
2 – Compreensão das perdas auditivas
3 – Compreensão dos aspetos linguísticos, educacionais e ocupacionais da surdez
4 – Compreensão da reabilitação auditiva
Objetivos da componente prática:
1. Interpretar audiogramas
2. Identificar e descrever as modalidades sensitivas que contribuem para a perceção e produção da fala
3. Identificar e descrever perfis de memória;
4. Diferenciar e associar perfis comunicativos;
5. Identificar e caracterizar aspetos linguísticos da população com perda auditiva
6. Adequar o processo de avaliação
7. Elaborar um plano de intervenção
8. Identificar e aplicar os princípios básicos do Treino Auditivo, Leitura de Fala e Fala
9. Conhecer as correntes educacionais na surdez
10. Estruturar a intervenção
11. Compreender processamento auditivo central

– Refletir acerca da importância da comunicação interpessoal e identificar todas as formas de comunicação existentes para além da fala
– Dominar conhecimentos básicos acerca da comunicação gestual e gráfica
– Identificar candidatos a programas de CAA e justificar a pertinência da sua aplicação
– Avaliar e identificar as competências e as necessidades comunicativas da pessoa com necessidade de CAA e delinear intervenção ajustada, com aplicação de estratégias específicas
– Perceber a necessidade de atender às características culturais e ambientais para melhor adequação do processo de intervenção
– Planificar atividades que considerem as necessidades especiais da pessoa com alterações de comunicação
– Identificar competências para o desenvolvimento de um trabalho em equipa (com a família) no âmbito da CAA, com conhecimento do papel dos vários intervenientes
– Dominar conhecimentos de avaliação e intervenção relativos ao uso de produtos de apoio para a comunicação

– Adquirir conhecimentos básicos sobre Neurologia e saber efetuar algumas provas do exame neurológico, com realce para a avaliação das funções linguísticas e fonatórias
– Reconhecer e interpretar as alterações semiológicas
– Compreender o movimento, reconhecendo a importância da experiência na condução à mudança e progressão na complexidade do mesmo, com referenciação ao desenvolvimento típico
– Adquirir conhecimentos e desenvolver competências a nível da avaliação, diagnóstico e intervenção/reabilitação de perturbações nas funções estomatognáticas, motricidade oral, fala, linguagem e comunicação que tenham como causa lesões do SNC
– Analisar e refletir sobre a aplicabilidade dos conhecimentos a situações específicas (exemplos de casos clínicos)
– Reconhecer as doenças neurológicas e saber enfrentá-las adequadamente no seu campo de atuação individual e como membro de uma equipa, reconhecendo a importância da complementaridade de papéis para uma reabilitação integrador

  1. Identificar e descrever as diferentes estruturas e funções do sistema estomatognático (mastigação, sucção, deglutição, fala e respiração);
  2. Compreender o processo de evolução das funções estomatognáticas;
  3. Conhecer as alterações ao funcionamento normal do sistema estomatognático;
  4. Recolher, seleccionar e interpretar os dados da avaliação do sistema estomatognático;
  5. Planear a intervenção terapêutica em cada uma das perturbações abordadas.

Após completar a unidade curricular, os alunos deverão ter demonstrado:
1 – reconhecer quais as principais áreas de actuação prática do terapeuta da fala e assumir características éticodeontológicas adequadas durante a observação de consultas em tempo real;
2 – Identificar a problemática principal dos casos observados;
3 – Identificar os objetivos que estão a ser trabalhados nas consultas observadas;
4 – Identificar as principais estratégias de intervenção que estão a ser implementadas nas consultas observadas.

UNIDADES CURRICULARES ECTS
  • Estudar casos clínicos, abrangendo discussões sobre o diagnóstico, prognóstico, planeamento e intervenção terapêutica;
  • Discutir a prática do terapeuta da fala com base na prática baseada na evidência;
  • Analisar e refletir sobre a prática profissional tendo em consideração toda a condição holística do paciente (família, ocupação, rotinas, etc);
  • Ampliar a experiência clínica do aluno com apresentação e discussão de casos clínicos variados, permitindo ao aluno conhecer as principais guidelines de atuação do terapeuta da fala;
  • Favorecer o envolvimento do aluno com seus pacientes (casos que segue em Ensino Clínico I e II), estimulando o perfil investigação-ação e de comprometimento com o processo terapêutico em todos os seus aspectos;
  • Aproximar a teoria à prática, estimulando o aluno a pesquisar, discutir, refletir e agir na busca de propostas de atuação em cada caso.

– Definir as perturbações da linguagem e comunicação no adulto: afasia, disartria, apraxia da fala e perturbações cognitivo-comunicativas.
-Reconhecer os parâmetros, processos e contextos de avaliação (formal e informal) da linguagem e comunicação no adulto e fazer o diagnóstico diferencial.
-Dominar as principais abordagens e estratégias de intervenção em perturbações da linguagem e comunicação no adulto.

– Conhecer o enquadramento conceptual da psicopedagogia – Identificar e aplicar os princípios das várias teorias da aprendizagem;
– Adequar a intervenção do terapeuta da fala a alunos com necessidades especiais e aos respectivos serviços de apoio educativo;
– Conhecer o enquadramento da Terapia da Fala na actual organização do sistema educativo português;
– Identificar e interpretar os processos básicos associados à literacia e às competências de leitura.

Pretende-se que os alunos desenvolvam as seguintes competências:

1 – Adquiram conhecimentos relativos à construção de instrumentos de avaliação;
2 – Adquiram conhecimentos relativos à validação de instrumentos de avaliação;
3 – Adquiram conhecimentos relativos aos processos de adaptação linguística e cultural de instrumentos.

O aluno inicia aqui a sua prática clínica direta . Os principais Objetivos de aprendizagem (OA) a atingir nesta fase inicial de estágio são:
1 – Possuir conhecimentos e capacidade de compreensão sobre o papel do Terapeuta da Fala (TF) nos domínios relacionados com as perturbações da comunicação humana e da deglutição;
2 – Ser capaz de implementar atividades terapêuticas que fazem parte do perfil de atuação do TF, com auxílio e supervisão;
3 – Recolher, selecionar e interpretar informação relevante, incluindo os aspectos sociais, científicos e éticos; 4 – Apresentar competências profissionais genéricas de raciocínio clínico, comunicação profissional, aprendizagem contínua e comportamento profissional;
5 – Competências ocupacionais, com a ajuda e supervisão, tais como: a) Avaliação b) Diagnóstico c) Intervenção d) Comunicação clínica e) Dedução e fundamentação teórica f) Postura de aluno de ensino clínico;
6 – Fazer uma aprendizagem contínua e com auxílio e supervisão.

Esta unidade curricular pretende fornecer aos alunos instrumentos e métodos de reflexão ética sobre questões emergentes e persistentes que se colocam no exercício das diferentes profissões na área das Ciências da Saúde. Os instrumentos e métodos de reflexão ética serão aplicados aos conhecimentos adquiridos sobre as várias temáticas assinaladas nos conteúdos. Pretende-se que os alunos se familiarizem com o método deliberativo e com a reflexão (bio)ética a partir de textos literários narrativos, filmes e documentários, textos jornalísticos, informação válida veiculada por meios digitais. OA1- Aprofundar os conhecimentos no que concerne aos conceitos de Ética, Bioética e Deontologia profissional na Terapia da Fala.

UNIDADES CURRICULARES ECTS
  • Estudar casos clínicos, abrangendo discussões sobre o diagnóstico, prognóstico, planeamento e intervenção terapêutica;
  • Discutir a prática do terapeuta da fala com base na prática baseada na evidência;
    Analisar e refletir sobre a prática profissional tendo em consideração toda a condição holística do paciente (família, ocupação, rotinas, etc);
  • Ampliar a experiência clínica do aluno com apresentação e discussão de casos clínicos variados, permitindo ao aluno conhecer as principais guidelines de atuação do terapeuta da fala;
  • Favorecer o envolvimento do aluno com seus pacientes (casos que segue em Ensino Clínico I e II), estimulando o perfil investigação-ação e de comprometimento com o processo terapêutico em todos os seus aspectos;
  • Aproximar a teoria à prática, estimulando o aluno a pesquisar, discutir, refletir e agir na busca de propostas de atuação em cada caso.

O objetivo da disciplina consiste na aquisição do nível limiar da língua espanhola que se manifesta na competência comunicativa indispensável para as situações de vida quotidiana adequadas ao domínio social. A competência gramatical há-de permitir o seguimento correto de ensino da língua e ajudar no contacto com os documentos escritos em espanhol. Sublinha-se a importância de estruturas modais e tácticas para resolver dificuldades pontuais de compreensão ou de expressão. As competências linguísticas devem ser demonstradas nas quatro habilidades linguísticas.

O aluno deve:
– Demonstrar conhecimento do processo de desenvolvimento ao longo do ciclo vital
– Descrever o desenvolvimento motor de forma estruturada referindo as diferentes fases ou períodos
– Identificar e analisar factores que afectam o desenvolvimento, de forma a compreender a variabilidade do processo
– Conhecer as diferentes formas de avaliação do desenvolvimento psicomotor

– Identificar o (desvio do) normal e do patológico em função da idade real;
– Refletir acerca da importância da compreensão do desenvolvimento humano e identificar as principais etapas/fatores facilitadores/fragilidades inerentes ao mesmo;
– Dominar conhecimentos básicos acerca das alterações que podem ocorrer e afetar o desenvolvimento humano;
– Fundamentar o percurso histórico da IP, de acordo com as teorias explicativas do desenvolvimento humano e os avanços da investigação;
– Conhecer, de um modo global, a realidade portuguesa a este nível;
– Enquadrar a abordagem centrada na família;
– Identificar competências para o desenvolvimento de um trabalho em equipa (com a família) no âmbito da IP, com conhecimento do papel dos vários intervenientes;
– Justificar o papel do Terapeuta da Fala numa equipa de IP;
– Dominar o uso eficaz de instrumentos facilitadores na implementação desta abordagem;
– Conhecer a atuação do TF no contexto particular da Neonatologi

O aluno de TF continua a prática clínica direta iniciada em EC I. O aluno prossegue a sua aprendizagem clínica, aumentando a autonomia e capacidade de decisão comparativamente a ECI.
Os principais Objetivos de aprendizagem (OA) são:
1 – Possuir conhecimentos e capacidade de compreensão sobre o papel do TF nos domínios das perturbações da comunicação humana e da deglutição;
2 – Ser capaz de implementar atividades terapêuticas que fazem parte do perfil de atuação do TF, com auxílio e supervisão;
3 – Recolher, selecionar e interpretar informação relevante, incluindo os aspectos sociais, científicos e éticos;
4- Apresentar competências profissionais genéricas de raciocínio clínico, comunicação profissional e comportamento profissional;
5 – Competências ocupacionais, com a ajuda e supervisão: Avaliação; Diagnóstico; Intervenção; Comunicação clínica; Dedução e fundamentação teórica; Postura de aluno de ensino clínico;
6 – Fazer uma aprendizagem contínua e com auxílio e supervisão.

UNIDADES CURRICULARES ECTS
  1. Integrar conhecimentos teóricos e teórico-práticos ministrados ao longo do curso
  2. Dominar o processo de análise e classificação das perturbações da comunicação, linguagem, fala e deglutição em crianças e adultos
  3. Sistematizar e automatizar a prática quotidiana em diferentes áreas de atuação do Terapeuta da Fala
  4. Saber construir e analisar um protocolo de recolha dos dados e avaliação das perturbações da comunicação, linguagem, fala e deglutição em crianças e adultos
  5. Traçar planos terapêuticos para os casos clínicos acompanhados em contexto real de trabalho
UNIDADES CURRICULARES ECTS
  1. Levar a cabo um projeto de prevenção e/ou sensibilização sobre terapia da fala, na comunidade
  2. Possuir conhecimentos e capacidade de compreensão sobre o papel do Terapeuta da Fala nos domínios relacionados com as perturbações da comunicação humana e da deglutição; Ser completamente autónomo nas atividades terapêuticas que fazem parte do perfil de atuação do Terapeuta da Fala; e Ser capaz de pesquisar e refletir do ponto de vista clínico, de forma a fundamentar as suas medidas de atuação.
  • Capacidade de elaborar um projeto de estudo: identificação correta das contingências de investigação, gestão das mesmas e definição clara do central vs secundário; planeamento das acções a levar a cabo, bem como do local e forma de recolha de informações;
  • Levar a cabo o projeto idealizado, finalizando na sua apresentação e defesa.

* A conclusão, com aproveitamento, de todas as unidades curriculares que integram o plano de estudos do 1º ciclo (240 ECTS) confere o grau de licenciado.
FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE – ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE (ensino politécnico)

COORDENAÇÃO DO CURSO

Profª. Doutora Fátima Maia

Mestre Vânia Peixoto

Envie o formulário para ser contactado pela coordenação do curso



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INTERCÂMBIO / ESTUDAR NO ESTRANGEIRO

Os alunos da Universidade Fernando Pessoa (UFP) que cumpram os critérios de elegibilidade dispõem da possibilidade de realizar períodos de estudo e/ou de estágio em mobilidade internacional.

Os períodos de estudo em mobilidade internacional de estudantes são realizados em instituições de ensino superior fora de Portugal, com as quais a UFP mantém acordos de intercâmbio de estudantes, ao abrigo do Programa Erasmus+ (no espaço Europeu) ou de outros acordos bilaterais de intercâmbio existentes.

Informação sobre programas de mobilidade/intercâmbio estão disponíveis através do Gabinete de Relações Internacionais (ligação).

CANDIDATURAS E TAXAS ESCOLARES

1.ª FASE* (REGIME GERAL E UNIÃO EUROPEIA)
CANDIDATURAS: 01 MAI – 14 AGO 2018
AFIXAÇÃO DOS RESULTADOS: 17 AGO 2018
MATRÍCULAS: 20 AGO – 07 SET 2018

2.ª FASE* (REGIME GERAL E UNIÃO EUROPEIA – VAGAS EVENTUALMENTE SOBRANTES**)
CANDIDATURAS: 11 – 18 SET 2018
AFIXAÇÃO DOS RESULTADOS: 20 SET 2018
MATRÍCULAS: 20 SET – 26 SET 2018

RECEÇÃO AOS NOVOS ALUNOS E INÍCIO DO ANO LETIVO:  17 SET. 2018

* Não dispensa a consulta do Cronograma de Ingresso (PDF)
** O Mestrado Integrado em Medicina Dentária não dispõe de vagas para candidaturas de 2ª fase 2018/19

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VISITE O CAMPUS UNIVERSITÁRIO

Venha conhecer a Universidade Fernando Pessoa. Visite as bibliotecas, laboratórios e espaços do campus UFP.
Desfrute dos espaços verdes e tire uma foto ao pé da estátua do nosso Patrono, Fernando Pessoa.



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  • ANTIGOS ALUNOS

    A Antiga Aluna Cátia Bernardes é, desde 2013, uma das Terapeutas da Fala do Hospital Lusíadas Porto.

     

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  • ANTIGOS ALUNOS

    A Antiga Aluna Liliana Bessa é, desde 2013, Terapeuta da Fala no Agrupamento de Escolas D. Maria II, em Braga.

     

    (“A EDUCAÇÃO DO MEU UMBIGO”)