SOBRE O CURSO

Acreditação plena, por 6 anos, pela A3ES, em 11-07-2014 (ligação)

No 2º ciclo de estudos em Engenharia Informática, seja no ramo de Sistemas de Informação e Multimédia ou no ramo de Computação Móvel, pretende-se proporcionar uma formação especializada, quer de cariz profissional quer de natureza académica, aprofundando os conhecimentos obtidos no 1º ciclo e introduzindo novas matérias correspondentes a conhecimentos especializados avançados, de forma a permitir:

  1. O reforço do conhecimento tecnológico adquirido numa Licenciatura.
  2. Treinar os futuros especialistas da indústria e da investigação.
  3. Encorajar o desenvolvimento efetivo e completo de sistemas de informação multimédia e/ou de aplicações de computação móvel, recorrendo às mais recentes técnicas de projeto e engenharia de software.
  4. introduzir e desenvolver métodos de aprendizagem autónoma ao longo da vida.

Os Mestres em Engenharia Informática pela UFP possuem competências avançadas e específicas que lhes permitem exercer as seguintes funções profissionais:

  • Consultor especialista em arquitetura de sistemas de informação, engenharia de software, multimédia e redes de computadores
  • Engenheiro, Analista e Administrador/Gestor de sistemas de informação
  • Engenheiro de software
  • Analista/Programador de aplicações locais e para a Web/Internet
  • Administrador/Gestor e Programador de bases de dados com acessos locais e via Internet
  • Engenheiro, Designer e Programador de aplicações multimédia envolvendo desenho vetorial, imagem, áudio e vídeo digital e animação.
  • Administrador/Gestor/Chefe de projeto
  • Administrador/Gestor de redes de computadores
  • Administrador/Gestor de Centro Informático de uma organização
  • Responsável técnico ou coordenador de conceção, implementação e manutenção de sistemas de informação em empresas industriais ou de serviços

DESTINATÁRIOS DA FORMAÇÃO

Licenciados em Engenharia, preferencialmente em Engenharia  Informática

Podem candidatar-se ao ciclo de estudos conducente ao grau de mestre (2.º ciclo):

  • os titulares do grau de licenciado ou equivalente legal;
  • os titulares de grau académico superior estrangeiro, conferido na sequência de um 1.º ciclo de estudos, organizado de acordo com os princípios do Processo de Bolonha por um Estado aderente a este Processo;
  • os titulares de grau académico superior estrangeiro, que seja reconhecido como satisfazendo os objetivos do grau de licenciado pelo órgão científico estatutariamente competente do estabelecimento de ensino superior onde pretendem ser admitidos;
  • detentores de currículo escolar, científico ou profissional, que seja reconhecido como atestando capacidade para realização deste ciclo de estudos pelo órgão científico estatutariamente competente do estabelecimento de ensino superior onde pretendem ser admitidos.

PLANO DE ESTUDOS

2º Ciclo (Mestrado) · 4 semestres · 120 ECTS
Conforme Despacho n.º 18 297/2006, DR 2ª série n.º173, de 7 de setembro, com alteração no Despacho n.º 12235/2013, DR 2ª série n.º185, de 25 de setembro

Ramo: Computação móvel

UNIDADES CURRICULARES ECTS

Esta unidade curricular tem os seguintes objectivos de aprendizagem: • Conhecer em detalhe a arquitetura clássica de um SGBD, descrevendo em detalhe os seus algoritmos internos • Identificar e ser capaz de utilizar técnicas recentes e avançadas (por exemplo em controlo de concorrência, gestão de memória e recuperação) • Decidir questões de configuração com impacto no desempenho, identificando as suas consequências • Analisar e otimizar código transacional, identificando as causas de possíveis anomalias corrigindo-as • Decidir questões de otimização, conhecendo a carga do sistema, manipulando índices, escolhendo tipos de dados, e modificando consultas • Identificar limitação do Modelo Relacional em algumas situações, por exemplo em problemas multidimensionais • Analisar, descrever e utilizar outros modelos que não o Relacional • Analisar, comparar e avaliar modelos e arquitecturas diferentes em diferentes contextos.

Neste curso pretende-se que os alunos adquiram conhecimentos sobre as origens e evolução histórica dos sistemas ubicomp bem como dos fundamentos, características e tecnologias que estão na base destes sistemas. Os alunos deverão ganhar aptidões na revisão, caracterização e utilização de sistemas ubicomp, das tecnologias que estão na base desses sistemas, dos aspectos de contexto e dos requisitos de sistema indispensáveis ao seu funcionamento, bem como de formas de implementação de soluções embebidas, que utilizem sensores, actuadores e microcontroladores para integrarem estes sistemas num contexto físico e lógico concreto. Pretende-se ainda que os alunos demonstrem competências de autoaprendizagem e autonomia tanto na exploração e caracterização de sistemas ubicomp como também no desenho, planeamento, implementação e avaliação destes sistemas, com particular relevo no planeamento e desenvolvimento de soluções embebidas baseadas em microcontroladores.

Os Objetivos principais da cadeira são: – Sensibilizar e refletir sobre os conceitos essenciais associados com a disciplina de Interação Homem Máquina; – Mostrar o que são, como se concebem, se implementam e se avaliam sistemas de interação e de interface apoiados em tecnologias de informação e comunicação para o desenvolvimento de aplicações e serviços em organizações; – Descrever e analisar os mais recentes desenvolvimentos em interação e interfaces e discutir do seu impacte; – Proporcionar conceitos válidos e de longa duração sobre Interação Homem Máquina que possam ser aplicados em contexto profissional. As competências a desenvolver são: – o aluno deve ser capaz de reconhecer a área de estudo e o objeto da Interação Homem-Máquina em sistemas de computador; – o aluno deve ser capaz de aplicar técnicas e de compreender o contexto da sua utilização, nomeadamente considerando diferentes tipos de sistemas de computador, desde sistemas SCADA até ao uso da World Wide Web e cloud

Esta unidade curricular pretende dotar os alunos de conhecimentos sólidos sobre as tecnologias, plataformas e soluções de desenvolvimento mais utilizadas atualmente com dispositivos móveis. Os objectivos principais desta unidade curricular passam pela identificação e caraterização das principais plataformas móveis existentes, pelo conhecimento dos protocolos de comunicação mais utilizados por estas plataformas e pelo estudo das arquiteturas e das ferramentas de programação mais utilizadas no desenvolvimento de aplicações móveis para estas plataformas. Os alunos deverão ficar familiarizados com os conceitos e tecnologias móveis existentes, bem como as principais tecnologias e ferramentas de desenvolvimento de aplicações móveis. Devem ainda ser capazes de desenvolver aplicações móveis para dispositivos Android, envolvendo não só os aspectos de interface gráfica mais comuns, mas também os aspectos de comunicação ao nível da aplicação e segurança.

Conhecer as particularidades da transmissão de dados em redes sem fios por comparação com as redes de meio transmissão guiados. Analisar os protocolos de acesso ao meio usados em redes sem fios. Estudar a operação das redes de dados sem fios normalizadas pelo IEEE com ênfase para as redes IEEE 802.11 e 802.15. Planear, implementar e monitorizar redes locais sem fios baseadas na arquitetura IEEE 802.11 com mecanismos avançados de segurança. Conhecimentos para desenhar, implementar e testar redes sem fios baseadas na norma IEEE 802.15. Conhecer a arquitetura e operação das redes de telecomunicações sem fios de 4ª geração.

UNIDADES CURRICULARES ECTS

Competências (Descritores Dublin):

1. Conhecimento e compreensão:
1.1. Evolução da IA e do seu impacto em diversas áreas da sociedade
1.2. Diferentes abordagens/áreas da IA
1.3. Algoritmos básicos de IA
1.4. Das competências necessárias ao desenvolvimento de sistemas com IA de um modo geral

2. Aplicação de conhecimento e compreensão:
2.1. Integrar equipas de desenvolvimento de sistemas/aplicações que usem IA
2.2. Utilizar e integrar algoritmos de IA de forma consistente com os objetivos a atingir

3. Avaliação/tomada de decisões:
3.1. Escolha de abordagens de IA adequadas a situações específicas
3.2. Integrar e participar nas tomadas de decisão de equipas de desenvolvimento de projetos de IA

4. Comunicação:
4.1. Descrever sistemas baseados em IA
4.2. Trabalhar em grupo
4.3. Argumentar oralmente e por escrito

5. Autonomia e aprendizagem:
5.1. Aprendizagem autónoma de novas tecnologias em desenvolvimento

Capacidade para definir a arquitectura de uma aplicação web e seus componentes. Capacidade para definir e escolher as tecnologias para cada componente da aplicação. Conhecimento de métodos de análise de código, desempenho de aplicações. Conhecimento de técnicas de programação adaptadas a grandes projectos. Capacidade para incluir técnicas de acessibilidade, internacionalização e localização.

No final da disciplina os alunos devem ser capazes de: – Definir a arquitectura e os componentes de uma aplicação complexa; – Definir requisitos de componentes a utilizar e escolher ambientes de desenvolvimento; – Utilizar padrões, e boas práticas dos ambientes escolhidos; – Escolher as ferramentas de desenvolvimento adequadas; – Escolher as ferramentas de controlo de versões adequadas; – Definir baterias de testes específicos à aplicação; – Documentar a aplicação desenvolvida

Conhecer os protocolos de suporte para mobilidade em redes IP. Conhecimentos para efetuar a simulação protocolos de suporte para mobilidade em redes IP em laboratório Estudar as limitações dos protocolos de transporte usados na Internet em cenários de mobilidade e analisar as diferentes soluções existentes na literatura. Conhecimentos para efetuar a simulação protocolos de transporte com suporte para mobilidade em redes IP em laboratório. Estudar a arquitetura e funcionamento das redes de comunicação sem fios de 4ª geração num contexto de convergência. Estudar o protocolo SIP/SDP. Conhecimentos para implementar um sistema de comunicação baseado no protocolo SIP/SDP.

Esta unidade curricular tem os seguintes objectivos de aprendizagem: • Compreender que a segurança informática é abrangente • Identificar os fatores da segurança • Analisar, propor e aplicar medidas de segurança • Conceber planos de segurança • Analisar a aplicação de protocolos criptográficos • Compreender o funcionamento de algoritmos simétricos • Compreender o funcionamento de algoritmos assimétricos • Compreender o funcionamento de ataques a algoritmos • Aplicar conceitos de segurança no desenvolvimento de aplicações • Compreender os princípios da auditoria informática • Conceber e planear auditorias

UNIDADES CURRICULARES ECTS

Esta disciplina tem por objectivos dotar os alunos das seguintes competências: • Saber definir temas de dissertação • Saber definir um projecto de dissertação de Mestrado • Compreender os critérios de validade científica • Saber definir um plano de trabalho • Identificar e analisar restrições comuns • Ser capaz de organizar a escrita da dissertação • Conhecer e saber identificar tipos de bibliografia • Ser capaz de pesquisar e encontrar informação • Ser capaz de organizar sistematicamente informação

Esta unidade curricular pretende dotar os alunos de conhecimentos técnicos sobre o projeto e desenvolvimento de aplicações móveis e a sua integração em infra-estruturas ou serviços que utilizem estas aplicações de forma segura, ágil e eficiente. Os objectivos de aprendizagem desta unidade curricular centram-se portanto na capacidade de desenhar, gerir e desenvolver o projeto de um sistema/aplicação móvel em diversas áreas de negócios, tomando em consideração todos os requisitos de usabilidade e as normas existentes nas suas áreas de aplicação. Os alunos deverão ainda ficar capazes de definir os componentes da arquitetura e planear e desenvolver todo o projeto, tanto na vertente do código desenvolvido como na documentação do projeto e de toda a aplicação.

O tema de estudo são os dados e a ciência dos dados Ser capaz de: – Definir a arquitetura e os componentes de uma aplicação complexa; – Definir requisitos de componentes a utilizar e escolher ambientes de desenvolvimento; – Utilizar padrões, e boas práticas dos ambientes escolhidos; – Escolher as ferramentas de desenvolvimento adequadas; – Escolher as ferramentas de controlo de versões adequadas; – Definir baterias de testes específicos à aplicação.

Ramo: Sistemas de informação e multimédia

UNIDADES CURRICULARES ECTS

Esta unidade curricular tem os seguintes objectivos de aprendizagem: • Conhecer em detalhe a arquitetura clássica de um SGBD, descrevendo em detalhe os seus algoritmos internos • Identificar e ser capaz de utilizar técnicas recentes e avançadas (por exemplo em controlo de concorrência, gestão de memória e recuperação) • Decidir questões de configuração com impacto no desempenho, identificando as suas consequências • Analisar e otimizar código transacional, identificando as causas de possíveis anomalias corrigindo-as • Decidir questões de otimização, conhecendo a carga do sistema, manipulando índices, escolhendo tipos de dados, e modificando consultas • Identificar limitação do Modelo Relacional em algumas situações, por exemplo em problemas multidimensionais • Analisar, descrever e utilizar outros modelos que não o Relacional • Analisar, comparar e avaliar modelos e arquitecturas diferentes em diferentes contextos.

Neste curso pretende-se que os alunos adquiram conhecimentos sobre as origens e evolução histórica dos sistemas ubicomp bem como dos fundamentos, características e tecnologias que estão na base destes sistemas. Os alunos deverão ganhar aptidões na revisão, caracterização e utilização de sistemas ubicomp, das tecnologias que estão na base desses sistemas, dos aspectos de contexto e dos requisitos de sistema indispensáveis ao seu funcionamento, bem como de formas de implementação de soluções embebidas, que utilizem sensores, actuadores e microcontroladores para integrarem estes sistemas num contexto físico e lógico concreto. Pretende-se ainda que os alunos demonstrem competências de autoaprendizagem e autonomia tanto na exploração e caracterização de sistemas ubicomp como também no desenho, planeamento, implementação e avaliação destes sistemas, com particular relevo no planeamento e desenvolvimento de soluções embebidas baseadas em microcontroladores.

O objetivo principal da disciplina é sensibilizar e preparar os alunos para o desenvolvimento de sistemas de informação, tendo em linha de conta a complexidade das organizações em contexto real. Adicionalmente, são fornecidos conhecimentos e práticas sobre abordagens, métodos, técnicas e ferramentas que possam facilitar e suportar estas atividades. As aulas expositivas são orientadas para a resolução de problemas e situações que exigem o trabalho individual para integrar esse conhecimento e as competências adquiridas na realização de um projeto que acompanha os diferentes temas da unidade curricular.

Os objetivos principais da cadeira são: – Sensibilizar e refletir sobre os conceitos essenciais associados com a disciplina de Interação homem máquina; – Mostrar o que são, como se concebem, se implementam e se avaliam sistemas de interação e de interface apoiados em tecnologias de informação e comunicação para o desenvolvimento de aplicações e serviços em organizações; – Descrever e analisar os mais recentes desenvolvimentos em interação e interfaces e discutir do seu impacte; – Proporcionar conceitos válidos e de longa duração sobre Interação Homem Máquina que possam ser aplicados em contexto profissional. As competências a desenvolver são: – o aluno deve ser capaz de reconhecer a área de estudo e o objeto da Interação Homem-Máquina em sistemas de computador; – o aluno deve ser capaz de aplicar técnicas e de compreender o contexto da sua utilização, nomeadamente considerando diferentes tipos de sistemas de computador, desde sistemas SCADA até ao uso da World Wide Web e Cloud.

Esta unidade curricular pretende dotar os alunos de conhecimentos sobre as características das linguagens de programação existentes e dos paradigmas de programação associados, bem como sobre ferramentas e técnicas para o desenvolvimento de tradutores de linguagens. Os objectivos principais passam pela identificação e caraterização das linguagens de programação existentes, pelo conhecimento de ferramentas de desenvolvimento de compiladores e pelo estudo concreto de linguagens aplicando dois paradigmas distintos de desenvolvimento. Os alunos deverão ficar familiarizados com as potencialidades inerentes às diferentes linguagens de programação, dominar ferramentas de desenvolvimento de módulos (lexers e parsers) para a tradução de linguagens, bem como ser capazes de distinguir conceitos de desenvolvimento dos paradigmas imperativo e declarativo.

UNIDADES CURRICULARES ECTS

Estudar os fundamentos da gestão de conhecimento organizacional • Enquadrar a gestão de conhecimento com os objectivos estratégicos de uma organização, e com o sistema de informação • Elaborar sobre o recurso conhecimento, sistemas e meios digitais capazes de realizar a sua exploração, integrando os recursos humanos e práticas sociais

Competências (Descritores Dublin):

1. Conhecimento e compreensão:
1.1. Evolução da IA e do seu impacto em diversas áreas da sociedade
1.2. Diferentes abordagens/áreas da IA
1.3. Algoritmos básicos de IA
1.4. Das competências necessárias ao desenvolvimento de sistemas com IA de um modo geral

2. Aplicação de conhecimento e compreensão:
2.1. Integrar equipas de desenvolvimento de sistemas/aplicações que usem IA
2.2. Utilizar e integrar algoritmos de IA de forma consistente com os objetivos a atingir

3. Avaliação/tomada de decisões:
3.1. Escolha de abordagens de IA adequadas a situações específicas
3.2. Integrar e participar nas tomadas de decisão de equipas de desenvolvimento de projetos de IA

4. Comunicação:
4.1. Descrever sistemas baseados em IA
4.2. Trabalhar em grupo
4.3. Argumentar oralmente e por escrito

5. Autonomia e aprendizagem:
5.1. Aprendizagem autónoma de novas tecnologias em desenvolvimento

Capacidade para definir a arquitectura de uma aplicação web e seus componentes. Capacidade para definir e escolher as tecnologias para cada componente da aplicação. Conhecimento de métodos de análise de código, desempenho de aplicações. Conhecimento de técnicas de programação adaptadas a grandes projectos. Capacidade para incluir técnicas de acessibilidade, internacionalização e localização.

No final da disciplina os alunos devem ser capazes de: – Definir a arquitectura e os componentes de uma aplicação complexa; – Definir requisitos de componentes a utilizar e escolher ambientes de desenvolvimento; – Utilizar padrões, e boas práticas dos ambientes escolhidos; – Escolher as ferramentas de desenvolvimento adequadas; – Escolher as ferramentas de controlo de versões adequadas; – Definir baterias de testes específicos à aplicação; – Documentar a aplicação desenvolvida.

Esta unidade curricular tem os seguintes objectivos de aprendizagem: • Compreender que a segurança informática é abrangente • Identificar os fatores da segurança • Analisar, propor e aplicar medidas de segurança • Conceber planos de segurança • Analisar a aplicação de protocolos criptográficos • Compreender o funcionamento de algoritmos simétricos • Compreender o funcionamento de algoritmos assimétricos • Compreender o funcionamento de ataques a algoritmos • Aplicar conceitos de segurança no desenvolvimento de aplicações • Compreender os princípios da auditoria informática • Conceber e planear auditorias.

UNIDADES CURRICULARES ECTS

Esta disciplina tem por objectivos dotar os alunos das seguintes competências: • Saber definir temas de dissertação • Saber definir um projecto de dissertação de Mestrado • Compreender os critérios de validade científica • Saber definir um plano de trabalho • Identificar e analisar restrições comuns • Ser capaz de organizar a escrita da dissertação • Conhecer e saber identificar tipos de bibliografia • Ser capaz de pesquisar e encontrar informação • Ser capaz de organizar sistematicamente informação.

Esta unidade curricular de tem como objetivo principal o aprofundamento das várias questões relacionadas com a representação multimédia. Assim, o conteúdo desta unidade curricular pretende proporcionar ao aluno os fundamentos teóricos da compressão de informação, uma visão geral das várias técnicas de compressão multimédia existentes e uma análise aprofundada dos métodos e normas mais importantes para a codificação sem perdas de áudio, vídeo e imagem. Pretende-se identificar com clareza os princípios fundamentais, os algoritmos utilizados para a codificação sem perdas de áudio, vídeo e imagem, e comparar os vários formatos e normas em termos de abordagens, técnicas que utilizam e desempenho.

O tema de estudo são os dados e a ciência dos dados Ser capaz de: – Definir a arquitetura e os componentes de uma aplicação complexa; – Definir requisitos de componentes a utilizar e escolher ambientes de desenvolvimento; – Utilizar padrões, e boas práticas dos ambientes escolhidos; – Escolher as ferramentas de desenvolvimento adequadas; – Escolher as ferramentas de controlo de versões adequadas; – Definir baterias de testes específicos à aplicação.

Competências (Descritores Dublin):

1. Conhecimento e compreensão:
1.1. Da evolução das principais tecnologias e sistemas de VC e do seu impacto
1.2. Dos algoritmos mais importantes de VC
1.3. Conhecimento das técnicas básicas de VC
1.4. Conhecimento das competências necessárias ao desenvolvimento de aplicações de VC em geral

2. Aplicação de conhecimento e compreensão:
2.1. Integrar equipas de desenvolvimento de aplicações de VC
2.2. Utilizar, integrar e implementar algoritmos estudados na resolução de problemas relacionados com processamento digital de imagem e VC

3. Avaliação/tomada de decisões:
3.1. Escolha de meios, formatos e algoritmos adequados a situações específicas
3.2. Participar nas tomadas de decisão no desenvolvimento de projetos de VC

4. Comunicação:
4.1. Trabalhar em grupo
4.2. Argumentar oralmente e por escrito

5. Autonomia e aprendizagem:
5.1. Autonomia para ultrapassar dificuldades inerentes a novos problemas.

COORDENAÇÃO DO MESTRADO

Nuno Magalhães Ribeiro

Envie o formulário para ser contactado pela coordenação do curso:



CandidatoProfissionalOutro


PortugalPaís UEOutro País














INTERCÂMBIO / ESTUDAR NO ESTRANGEIRO

Os alunos da Universidade Fernando Pessoa (UFP) que cumpram os critérios de elegibilidade dispõem da possibilidade de realizar períodos de estudo e/ou de estágio em mobilidade internacional.

Os períodos de estudo em mobilidade internacional de estudantes são realizados em instituições de ensino superior fora de Portugal com as quais a UFP mantém acordos de intercâmbio de estudantes ao abrigo do Programa Erasmus+ (no espaço Europeu), ou de outros acordos bilaterais de intercâmbio existentes.

Informação sobre programas de mobilidade/intercâmbio estão disponíveis através do Gabinete de Relações Internacionais (ligação).

CANDIDATURAS E TAXAS ESCOLARES

REGIME GERAL (*) (**)
CANDIDATURAS: 01 MAI.- 31 JUL. 2018
AFIXAÇÃO DOS RESULTADOS E MATRÍCULAS: NOTIFICADOS POR E-MAIL

RECEÇÃO AOS NOVOS ALUNOS
E INÍCIO DO ANO LETIVO:  17 SET. 2018

(*) Não dispensa a consulta do Cronograma de Ingresso (PDF)
(**) A UFP pode aceitar requerimentos fora do prazo estabelecido, para candidaturas a Doutoramentos, Mestrados e Pós-graduações, sempre que entenda existirem ou poderem ser criadas condições de integração dos candidatos nos cursos em causa.

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